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Governo Bolsonaro quer alugar base de Alcântara

Blog do Clodoaldo

O futuro ministro de Ciência e Tecnologia, o astronauta Marcos Pontes, defendeu o uso comercial da base de Lançamento de Alcântara, no Maranhão. Na prática, seria alugar a base para outros países. Para ele, a proposta não fere a soberania nacional.

“Não fere a soberania de jeito nenhum. Da mesma forma que Kennedy Space Center faz lançamento de outros países, com equipamentos de outras nações, podemos fazer aqui a mesma coisa. Existe essa possibilidade e vai ser reestudado tudo isso para termos um centro de lançamento comercial operacional”, disse o futuro ministro.

A medida já vem sendo negociada pelo governo Michel Temer, através do acordo de Salvaguardas Tecnológicas entre Brasil e Estados Unidos. A intenção do governo de  Temer é finalizar o acordo ainda neste ano e permitir que os recursos obtidos com o uso comercial de Alcântara com lançamento de satélites por qualquer país interessado em fazê-lo. Ele espera faturar R$ 140 milhões por ano.

5 Comnetários

  1. Um astronauta que o Brasil gastou milhões no treinamento e que até agora não trouxe resultado positivo para a nação, somente para ele individualmente, que ganha bastante dinheiro em palestas depois da fama, o dinheiro gasto com ele seria melhor aplicado em pesquisas.

  2. pra quem gosta de pontuar os problemas dos governos do partido dos trabalhadores, taí um. a exemplo desse astronauta, dezenas de ricaços se deram muito bem, inclusive embolsaram a grana da renúncia fiscal que deveria ser empregada na ampliação de postos de trabalho, levaram tudo pra especulação financeira.

  3. É lamentável que pensem assim, isto só facilitaria o controle das atividades espaciais do Brasil pelos americanos e não pensem que ficaria por aí, depois vêm os militares americanos com a desculpa que estão lá para salvaguardar seus segredos tecnológicos, etc, a um passo da ocupação total da base e com ela a soberania do já combalido programa espacial brasileiro, isto é, uma pá de cal no em nossas aspirações de ocuparmos um lugar merecido na comunidade das nações com tecnologia própria de exploração do espaço. É o FIM.

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