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Pai do presidente da Câmara de Miranda tranca a Casa Legislativa para evitar eleição

Uma figura tem ganhado destaque negativo no cenário político da cidade de Miranda do Norte. O ex-presidente da Câmara de vereadores, Gerson Filho, ficha-suja que elegeu o filho e atual presidente vereador Hugo Marvão (PDT).

Gerson tem agido como um verdadeiro coronel e está protagonizando diversos atentados a democracia na cidade de Miranda.

Na última terça-feira (05) o “coronel” Gerson extrapolou os limites no desespero de impedir uma sessão da Câmara. O pai do presidente entrou no plenário e agindo como um ditador, retirou um vereador de dentro da Casa e tentou fechar a sede do poder legislativo municipal.

Nesta sexta-feira (08), o ex-vereador voltou a agir com truculência e resolveu “trancar” a Câmara para garantir que sessão legislativa não aconteça.

Todas essas atitudes autoritárias do “coronel” Gerson são uma tentativa desesperada de impedir as eleições para a Mesa Diretora do parlamento municipal. Segundo a Lei Orgânica do Município, a eleição deverá acontecer na segunda sessão do mês de junho, o que deve acontecer hoje.

O pai do atual presidente conta com o apoio do ex-prefeito Júnior Lourenço e de apenas cinco, dos onze vereadores. Já o adversário de Marvão, vereador Eduardo Rocha (PSD), contabiliza seis votos, o que garantiria a vitória para presidir a Câmara no biênio 2019/2020.

Nos bastidores comenta-se que cada vereador que votar na reeleição do atual presidente vai receber R$ 200 mil. Os que trocarem de lado também receberiam a quantia.

O grupo do vereador Eduardo Rocha garante que a eleição acontecerá de qualquer forma, até do lado de fora da Câmara. Vamos aguardar!

3 Comnetários

  1. Para ter seis votos precisa de 1,2 milhões, não tenho certeza mas acho que a câmara de um município pequeno como Miranda não recebe isso em dois anos.

  2. que –coronel***- poderoso …….e as dóceis ovelhas do presépio —MIRANDA DO NORTE —-assistindo o –pastelão mexicano—…… OVELHAS de presépio que não acordam do pesadelo, continua no voto de cabresto, votando em quem os —poderosos- mandarem.

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