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Paz na Câmara de vereadores de Imperatriz

Consenso na Câmara Municipal de Imperatriz.

Em discurso, na sessão da última quarta-feira (30), o vereador Adhemar Júnior (PSC) anunciou que estava retirando a ação na Justiça que contestava a eleição da mesa diretora.

Adhemar entrou na Justiça com um pedido de mandado de segurança para suspender o resultado da eleição, realizada em dezembro de 2017, obtendo apoio de apenas outros quatro vereadores.

O parlamentar era o nome apoiado pelo prefeito Assis Ramos (MDB), mas não chegou a registrar a chapa no dia do pleito. Adhemar se retirou da sessão com nove outros vereadores na tentativa de obstruir a sessão e ganhar tempo para impedir a reeleição do presidente vereador José Carlos (PV).

A postura de Adhemar e a judicialização do processo eleitoral criou um clima de instabilidade na Câmara Municipal. O recuo do parlamentar é estratégico, pois o atual presidente ganhou novos aliados e demonstrava tranquilidade caso a Justiça decidisse pela realização de uma nova eleição, prevendo uma nova vitória com maioria absoluta dos votos.

No final da sessão, o imbróglio foi resolvido com uma “eleição simbólica” registrada em ata, em que a maioria de dois terços confirmou o resultado de dezembro de 2017.

Além do presidente José Carlos, a Mesa Diretora da Câmara de Imperatriz para o biênio 2019/2020 tem a vereadora Irmã Telma (PROS) como 1ª vice-presidente, Alberto Sousa (PDT) é o 2º vice-presidente, Ricardo Seidel (Rede) é o 1º secretário e Antonio Pimentel (PDT) reeleito 2º secretário.