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Instituto Gerir apresenta sua versão sobre a suspensão do contrato com a Secretaria de saúde

Em resposta a postagem “Em reportagem tendenciosa, Record chantageia governo Dino” publicada ontem a noite, a assessoria de comunicação do Instituto Gerir encaminhou ao blog uma nota de esclarecimento. Em 11 pontos, o instituto apresenta sua versão sobre a suspensão dos contratos de administração do Hospital Carlos Macieira, do Hospital de Trauma e Ortopedia e do Hospital Macrorregional Dra. Ruth Noleto.

Veja a nota:

Sobre a suspensão dos contratos de administração do Hospital Carlos Macieira, do Hospital de Trauma e Ortopedia e do Hospital Macrorregional Dra. Ruth Noleto, feitas abritrariamente pela Secretaria de Estado de Saúde do Maranhão, o Instituto Gerir esclarece que:

  1. A Secretária da Saúde mente e tenta tapar o sol com a peneira ao transferir suas responsabilidades. Os principais prejudicados por isso são, como sempre, os cidadãos maranhenses;
  2. A Secretaria da Saúde descumpriu o contrato ao não pagar o Instituto Gerir. O calote é de R$ 63 milhões. Os valores são referentes às dívidas com o Instituto Gerir na administração dos 3 hospitais;
  3. A Secretaria da Saúde foi notificada por diversas vezes para pagar essa dívida. Esses documentos seguem no anexo. Nunca pagou e, por fim, para fugir do pagamento, decidiu suspender o contrato;
  4. O calote de R$ 63 milhões será cobrado judicialmente;
  5. Toda a prestação de contas da administração dos hospitais era feita periodicamente. Jamais houve qualquer tipo de notificação oficial que demonstrasse o contrário. Jamais foi feita qualquer comunicação por parte da secretaria cobrando outro tipo de esclarecimento além dos previstos contratualmente e que eram prestados pelo Gerir;
  6. O calote implicou também nos atrasos ao pagamento de prestadores de serviço e fornecedores dos hospitais administrados pelo Gerir;
  7. A suspensão do contrato, portanto, se deu de maneira arbitrária com a única finalidade fugir do pagamento da dívida;
  8. Como tem sido noticiado pela imprensa maranhense, em toda a saúde do Estado faltam remédios, leitos e servidores. Esse tipo de caso, infelizmente, tem se tornado cada vez mais constante – e nenhuma dessas denúncias partiu do Instituto Gerir;
  9. O calote e a suspensão ilegal do contrato com o Gerir não são as únicas decisões abritrárias tomadas pelo atual secretário de Saúde, Carlos Lula. O mesmo secretário acaba de escolher outras Organizações Sociais para assumir a gestão dos hospitais sem licitação ou qualquer tipo de concorrência, como manda a lei.
  10. Essas medidas, todas flagrantemente ilegais, estão sendo questionadas judicialmente;
  11. Por fim, lamentamos que a gestão da Saúde do Maranhão ainda esteja sob responsabilidade de uma pessoa investigada pela Polícia Federal por suspeitas gravíssimas, como é de conhecimento público.

2 Comnetários

  1. Querendo justificar o injustificável…governo imoral e corrupto…vendo agora mais um capítulo da farra dos capelães para comprar apoio dos evangélicos. Sou evangélica e me inoja essa atitude arcaica e in decente com que esse governador trata a coisa pública.

  2. Instituto Acqua rebaixa salários no Hospital Carlos Macieira

    Silêncio dos funcionários predomina devido o medo de demissão.

    Estamos informando através deste, que o instituto Acqua está reduzindo salários e alterando a jornada de varios profissionais no hospital Carlos Macieira. Insatisfação generalizada uma vez que trata-se de rebaixamento inesperado e pegou todos os profissionais de surpesa.
    Além disso, o Instituto Acqua vai fazer o hospital retroceder pois vai substituir o sistema antigo para um outro sistema abaixo do nível do anterior. Enquanto isso o hospital está sem sistema e os médicos reclamam assim como os setores administrativos pois estava tudo registrado no sistema antigo, inclusive os prontuarios dos pacientes e os agendamentos de consultas.

    Há rumores de que havera redução de pessoal em vários setores, nas coordenações de enfermagem, na informática, nos administrativos, na enfermagem, recepções e etc… Sem nenhuma justificativa plausível, ou seja, o hospital está um caos. Salários reduzidos, demissões, e falta de estrutura este hoje é o atual quadro do famoso e tão gabado Hospital Carlos Macieira. Aliás, as demissões ja começaram contraraindo o que o sindicado e Secretaria de Estado da Saude do Maranhão haviam divulgado. Como sempre mais uma vez os trabalhadores e a população são os maiores prejudicados. E como se não bastasse o Instituto Acqua exige que os profissionais mantenham apenas um vínculo empregatício, pagando um salário de fome.

    Obs.: Na ultima terça-feira, o Instituto Acqua substituiu o Instituto Gerir que teve contrato suspenso após desentendimento com a SES.
    No meio do fogo cruzado, estão os trabalhadores que estão em silêncio, sob ameaça de demissão.

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