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Geral

Boato não pode ser confundido com liberdade de imprensa

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Raimundo Garrone

Sou fervoroso defensor da liberdade de imprensa, independente dos interesses escusos ou não que os veículos de comunicação defendem.

Defendo a mesma liberdade para o Jornalismo de opinião por mais absurda que ela seja.

Agora há uma diferença entre o exercício do jornalismo e a propagação de boatos caluniosos, como foi o caso do jornalista Adailton Borba que postou ou reproduziu no WahtsApp a “notícia” de que a Polícia Federal estaria investigando o derrame de milhões de reais na campanha de Flávio Dino.

Borba ainda diz que “segundo fontes da Polícia Federal”, as prefeituras de Dom Pedro, Caxias e São Luís seriam os principais dutos do desvio de dinheiro para a campanha do candidato das oposições.

Em nota divulgada na sexta-feira, o grupo do WhatsApp ‘Jornalistas MA’, condenou a denúncia feita pela coligação Todos pelo Maranhão à Polícia Federal contra o jornalista, que é servidor público nomeado na Secretaria dos Direitos Humanos, Assistência Social e Cidadania.

A nota é equivocada quando confunde o direito de informar, opinar e discutir qualquer assunto com a disseminação deliberada de uma mentira, como foi o caso do jornalista.

A própria nota, que é apócrifa pois não é assinada por ninguém e nenhum jornalista, encerra com um juramento do grupo em exercer a profissão assumindo o compromisso com a verdade e a informação.

O que não foi o caso de Adailton Borba, que no mínimo deveria pedir desculpas e aprender a lição.

E quando quiser atacar o candidato Flávio Dino, que o faça dando a sua opinião e não inventando mentiras.

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