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Grupo Sarney tenta criar ódio regionalista para mascarar crise de Segurança

oligarquia sarneyO Maranhão atravessa uma crise sem precedentes de Segurança e Penitenciária, mas, em vez de apresentar soluções e admitir que está há quase meio século omisso frente aos problemas do Maranhão, o grupo Sarney tem adotado a tática de se fazer de vítima e acusar os “paulistas” de perseguição.

Ou seja: depois de todos os absurdos vistos nas últimas semanas quando, em meio a mortes em presídios, incêndio a ônibus e carbonização de uma criança de 6 anos; seguidos de uma reação disparatada da governadora que decidiu licitar champanhe, caviar, uísque escocês, lagosta, camarão e outras iguarias; o grupo Sarney achou uma saída: afirmar que se trata de pura perseguição.

Beira o ridículo e demonstra, mais uma vez, a incompetência para tratar do assunto e contornar a insegurança em que vive a população do estado. Através de um discurso traiçoeiro, os meios de comunicação da família Sarney tentam insuflar uma onda de ódio contra outros estados.

Essa tática é bem conhecida na história do mundo e tem finais normalmente trágicos. Foi o que o pré-candidato ao governo do Maranhão pelo PCdoB, Flávio Dino, fez uma breve análise do assunto através do twitter: “Segundo o grupo Sarney, esses “paulistas” criticam a oligarquia porque têm preconceito contra o Maranhão. (…) Esse discurso do grupo Sarney tem clara inspiração nazista (ódio contra os “judeus”) e remonta à ditadura militar (Brasil, ame-o ou deixe-o)”.

Mas, desta vez, o grupo oligarca não contava com uma reação bem humorada do povo maranhense. Logo quando tentaram disseminar pela internet a arte: “Eu amo o Maranhão”, foram surpreendidos por frases complementares como “Eu amo o Maranhão, mas o Sarney não”, “Eu amo o Maranhão, por isso Fora Sarney”, entre outros.

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