Inconformado com moralização em Pedrinhas, Bonde dos 40 ameaça fazer greve de fome - Marrapá

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Inconformado com moralização em Pedrinhas, Bonde dos 40 ameaça fazer greve de fome

Pedrinhas
Medidas adotadas pela Segurança Pública do Maranhão causa insatisfação de criminosos em Pedrinhas.

Com a implantação de medidas efetivas, ocorridas desde o início da gestão do governador Flávio Dino, por meio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciaria (SEJAP), integrantes de algumas facções criminosas vem tentando gerar tumulto devido a atuação enérgica da polícia no combate ao crime. Desde o começo do ano, a polícia já abortou planos do grupo conhecido como Bonde dos 40, prendeu integrantes, apreendeu adolescentes e desmontou pontos de festa que eram organizadas pela facção.

No intuito de erradicar a entrada de armas, drogas e celulares, as revistas passaram a ser mais criteriosas. Devido à nova medida, presos ligados à facção Bonde dos 40 sinalizam uma greve de fome, como forma de protesto a eficiência da polícia nas operações externas e dentro do sistema penitenciário. De acordo com informações, revoltados com a medida enérgica da polícia, quatro detentos de quatro unidades não tomaram banho de sol e recusaram a alimentação oferecida.

A revolta é dada devido as medidas estruturantes, que já  refletem uma diminuição de 77,27% de fugas nos primeiros 9 meses, em Pedrinhas, se comparado com o mesmo período em 2014, no governo de Roseana Sarney. Só este ano 15 tentativas de fugas já foram frustradas.

Outro ponto positivo nas ações da SEJAP é a diminuição no índice de homicídios dentro da penitenciária.  Nesses primeiros meses, ocorreu uma redução de mais de 60%, comparado ao mesmo período do ano passado.

Para que se alcançasse a diminuição da criminalidade, dentro do sistema penitenciário, o Governo começou a treinar os mais de 230 novos selecionados para o sistema prisional em várias áreas. Mais de 1.600 já haviam sido capacitados no primeiro semestre deste ano.

Paralelo às ações de melhorias do sistema penitenciário, o governo Flávio Dino manteve diálogo com familiares dos apenados. Pela primeira vez o governo criou uma comissão de secretários, no Palácio dos Leões, para atender os parentes dos apenados, que levaram toda demanda e reivindicação ao governo para devida avaliações e encaminhamento.

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