A tramoia de Roberto Rocha para fragilizar Luciano Leitoa - Marrapá

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A tramoia de Roberto Rocha para fragilizar Luciano Leitoa

O senador Roberto Rocha não desistiu de assumir a presidência estadual do PSB. A notícia desta manhã sobre o pedido da presidente Dilma para que a cúpula do PT interviesse em cinco cidades do Maranhão, entre elas Timon, mostra que “Asa de Avião” quer atrapalhar a reeleição do prefeito Luciano Leitoa (PSB) visando arrancá-lo da presidência do PSB no estado.

Luciano tem mandato até 2017. Antes das eleições, Roberto utilizou de todas as manobras para que a executiva nacional mudasse a mesa diretora no Maranhão. O senador achacou membros da nacional, ofereceu apoio financeiro a dirigentes do PPS e do PSDB em Timon, utilizou um militante do partido como laranja para fazer pedido de intervenção e negociou seu voto no impeachment com Dilma. O plano de RR consiste em derrotar Leitoa no município com a eleição de Alexandre Almeida (PTN), e assim enfraquecê-lo, deixando o mandatário sem condições de continuar à frente da legenda.

Nos últimos meses, Roberto abriu uma verdadeira guerra fria contra Luciano. Primeiro ao tirar a presidência do diretório de São Luís de Zé Reinaldo, escolhido por Leitoa, e repassar ao filho Roberto Rocha Júnior; Depois, ao filiar Ildon Marques (PSB) em Imperatriz contra o desejo do presidente. Outra manobra foi cancelar uma reunião da legenda na capital organizada por Luciano. Por fim, ao decidir levar o PSB a uma coligação e o filho como vice, quando a grande maioria dos militantes do partido escolheu lançar Bira do Pindaré (PSB) como candidato a prefeito de São Luís.

Em resposta, o prefeito de Timon acusou o senador de apenas pensar em projetos pessoais e não no desenvolvimento da legenda e do Maranhão. “À luz da sociedade deve estar nossa postura como homens públicos, comprometidos com o triunfo do nosso povo e não com o êxito de projetos pessoais de poder”.

Mesmo com  as tramoias de Asa, Luciano lidera todas as pesquisas em Timon e dificilmente deixará de ser reeleito, para desespero do coronel-senador.

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