A TV Globo, em rede nacional, destacou o trabalho de Flávio Dino à frente da Embratur para evitar aumentos abusivos dos preços das estadias em hotéis nas sedes da Copa das Confederações e Copa do Mundo.
A Embratur tem feito pesquisa de preço e comparação das tarifas cobradas pelos hotéis. No levantamento, encontrou aumento de mais de 376% dos preços cobrados pelo setor hoteleiro.
A reportagem do Bom Dia Brasil, que foi ao ar na manhã desta segunda (17), lembra que o Governo Federal desonerou os hotéis em muitos impostos, mas o setor não deu o retorno esperado pelo Governo Federal, que era não aumentar os preços de forma abusiva.
“Isso pode comprometer o crescimento do turismo após a Copa, que é a nossa maior preocupação,” disse Flávio Dino ao comentar o aumento de preços acima da inflação praticado pelos hotéis.
Segundo a reportagem, a Embratur vai fazer reuniões com o setor hoteleiro e encaminhar o resultado das pesquisas para a Secretaria de Proteção ao Consumidor para que sejam avaliadas providências. “E defender o turista brasileiro,” comentou o jornalista Chico Pinheiro, apresentador do programa.
Causou ciumeira na oligarquia a presença do comunista Flávio Dino na edição de ontem do principal jornal do país: o Jornal Nacional.
Nos corredores da TV Mirante e na Secretaria de Comunicação do Governo a chiadeira foi geral.
A principal reclamação é a de que a Mirante é filiada desde os anos 80, porém só é procurada pela a Rede Globo quando esta quer suporte de produção ou tem interesse em denunciar algum fato negativo para o Maranhão ou para o governo dos Sarney.
Na Secom do Palácio dos Leões teve gente que ameaçou inclusive fechar as portas para a plim plim. A título de divulgação, é a secretaria comandada por Sérgio Macedo quem financia a maioria das gravações da Globo no estado.
Essa confusão toda se deu por causa de uma entrevista rápida – coisa de 10 segundos – em que Dino, falando em nome da Embratur, defende a diminuição dos preços das diárias nos hotéis do país, visando eventos como a Copa das Confederações e Copa do Mundo.
Causou mal-estar a ausência de Flávio Dino no evento sobre turismo regional ocorrido nesta sexta (17) em Barreirinhas. O encontro serviu para “os gestores saberem como acessar os programas da pasta e serem beneficiados pelas ações e recursos do governo federal”, segundo texto distribuído pelo Ministério do Turismo.
O ministro Gastão Vieira e representantes de todas as pastas do Ministério do Turismo estiveram presentes. Ao desembarcar no Maranhão, todos se deram conta da descortesia do ministro que não enviou convite ao presidente da Embratur, Flávio Dino.
O motivo da recusa em convidar o líder da oposição se deve à governadora Roseana Sarney, que pediu pessoalmente ao ministro Gastão que excluísse Flávio Dino das autoridades do turismo nacional que estariam presentes no evento ocorrido no MA. Esta é mais uma demonstração do medo da oligarquia que Dino pise em solo maranhense.
A ausência de Flávio Dino foi comentada por todos os prefeitos da região dos Lençóis Maranhenses. O prefeito de Barreirinhas, Leo Costa, agradeceu ao apoio de Flávio Dino durante o discurso feito no evento.
“Em muitas áreas a Embratur e o Flávio Dino ajudam os Lençóis maranhenses a serem conhecidos pelo mundo todo”, disse Leo Costa.
O deputado estadual Rubens Pereira Júnior (PCdoB) reagiu de forma contundente à notícia publicada pelo O Estado do Maranhão nesta quinta-feira (16), em que o presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Flávio Dino, é apontado como falsificador de sua agenda oficial para disfarçar sua incursão pelo Maranhão como parte do projeto para se viabilizar candidato a governador em 2014.

Flávio Dino em evento da Embratur no salão paroquial da Igreja dos Remédios. Para veículos de comunicação de Roseana, comunista cumpria agenda política na sede do PCdoB.
“Depois de acusar falsamente prefeitos sobre a participação em esquemas de agiotagem, de reclamar dos secretários municipais que se manifestam livremente nas redes sociais e de publicar falsas informações a respeito de prefeituras oposicionistas, agora o governo quer impedir que o presidente da Embratur, Flávio Dino, cumpra agenda oficial do governo federal no Maranhão”, diz o deputado.
De acordo com o deputado Rubens Júnior, a iniciativa do presidente da Embratur ao valorizar o turismo local, alinhando-o à rota do turismo nacional e internacional, é vista com bons olhos por todos. “Por conhecer a realidade do nosso estado e o potencial turístico que temos, o presidente Flávio Dino faz o que todo representante do Maranhão deveria fazer, valorizar a cultura e o potencial do seu estado”.
O tema foi tratado na Assembleia Legislativa (16) depois que blogs e jornais ligados ao governo do estado publicaram falsas informações sobre o dever e responsabilidade do presidente da Embratur em investir tempo conhecendo de perto as necessidades do Maranhão.
Desde que Flávio assumiu a presidência da autarquia do Ministério do Turismo, a EMBRATUR alcança recordes na criação de programas inovadores, com o crescimento na vinda de turistas ao Brasil e no desenvolvimento de ações estratégicas voltadas para o turismo em todo o país.
A Embratur esclareceu os equívocos da postagem publicada a mando do deputado federal Chiquinho Escórcio (PMDB) em um blog de Brasília ligado ao bicheiro Carlinhos Cachoeira.
A matéria cujo título é “O exemplo tem de vir de casa” mente sobre a agenda oficial do comunista Flávio Dino a frente da Embratur.
Peniqueiro de José Sarney em Brasília, Chiquinho acusou o desespero com as movimentações do ‘Diálogos pelo Maranhão’ pelo interior do estado e inventou o factoide para tentar proibir Dino de pisar no Maranhão.
Na semana passada, o araponga foi desmoralizado ao tentar interpelar Dino durante audiência para debater a Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro (veja).
Chiquinho é conhecido por espionar gabinetes e ter operado pessoalmente nos corredores do Judiciário de Brasília para cassar o ex-governador Jackson Lago (PDT).
Ruim de voto, o suplente só chegou à Câmara Federal por graça de José Sarney, que mandou a bancada ligada a Roseana abrir vaga para abrigar o seu carregador de malas oficial.
Leia a nota da Embratur:
A respeito do post “O exemplo tem de vir de casa”, esta Assessoria de Imprensa informa que há 3 erros de informação:
1. No dia 18 de março, ao contrário do que informa o post, o presidente da Embratur não estava no Maranhão, mas realmente, em despachos internos em Brasília. A notícia apresentada pelo jornalista é datada de segunda-feira (18), mas refere-se a evento realizado no fim de semana, como está expresso logo no primeiro parágrafo do referido texto (veja).
2. Ao contrário do que afirma o post, no dia 5 de abril, o presidente da Embratur não esteve na sede do PCdoB, mas em agenda oficial com o presidente da Fundação Municipal de Cultura (Func) de São Luís, Francisco Gonçalves, tratando “sobre a possibilidade de também promover as Festas Juninas daquela capital”, como registrou release distribuído por esta Ascom a jornalistas e publicado no blog oficial da Embratur (veja), mas que não constava na página da LAI. O erro foi devidamente retificado.
3. No dia 1º de março, o presidente da Embratur cumpriu agenda oficial, ao lado do secretário nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social do Ministério do Esporte, Vicente Neto, participando do 1º Fórum Intermunicipal em Políticas Públicas de Esporte e Lazer, em Caxias, para falar do preparativo dos megaeventos. Equivocadamente, a agenda não constava no site, o que já foi corrigido.
Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o presidente da Embratur, Flávio Dino, alerta que altos preços praticados no turismo interno do Brasil tem feito com que mais brasileiros viajem ao exterior, em vez de fazer trajetos nacionais. Dino explica que o problema só será superado quando for resolvida a questão dos altos preços de alguns serviços turísticos no Brasil.
O jornal Folha de S. Paulo deste domingo trata do problema do déficit na conta externa de turismo do Brasil – quando o que os brasileiros gastam em viagens ao exterior supera o que os estrangeiros gastam em viagens no Brasil.
“A entrada de turistas de outros países no Brasil está crescendo acima da média mundial e vai crescer ainda mais fortemente a partir deste ano”, avalia o presidente da Embratur, Flávio Dino.
“Contudo, questões cambiais e de preços têm levado milhões de brasileiros a viajarem para o exterior. Isso explica o déficit na conta turismo. A reversão desse quadro depende de maior oferta de produtos turísticos, mais concorrência e preços melhores na aviação e na hotelaria.”
Com o crescimento do gasto de brasileiros no exterior, o déficit aumentou de US$ 5,2 bilhões, em 2008, para US$ 15,6 bilhões em 2012. A reportagem de capa da Folha, sobre o tema, expõe as ações da Embratur para superar esse problema, como a criação de 13 escritórios de representação comercial do Brasil no exterior.
Entre 2011 e 2012 (desde o início da gestão de Flávio Dino à frente da Embratur), o fluxo do turismo internacional no país cresceu 20% acima da média mundial. Em um ano, o número de turistas cresceu 4,5%. Mas, para aumentar a arrecadação com o turismo no Brasil, é necessária ação conjunta entre setores público e privado.
“O Ministério do Turismo, que cuida das ações internas, tem se esforçado para que os brasileiros viajem mais pelo Brasil e para que tenhamos preços melhores. Mas muita coisa depende do setor privado,” disse Dino.
Em ação recente, a Embratur interveio na alta dos preços de hotéis durante eventos internacionais realizado no Brasil. Um caso emblemático foi o ocorrido durante a Rio+20, em que diversos visitantes deixariam de vir ao país devido às altas tarifas da estadia. Flávio Dino atuou como mediador com o setor de hotéis e houve diminuição dos preços cobrados, evitando a baixa no número de participantes do evento.
Outros exemplos de política de atração de turistas internacionais promovida pela Embratur com a diminuição dos preços dos pacotes turísticos é que Flávio Dino defende a política de “céus abertos” no Brasil – uma forma de tentar diminuir os valores das passagens aéreas em trechos nacionais – e a aceleração do fim da obrigatoriedade dos vistos para americanos e brasileiros.
Veja abaixo, matéria completa do jornal Folha de S. Paulo:
Preços limitam a visita de turistas e até de brasileiros
Pacotes para o Caribe ou a Turquia ficam mais baratos que viagem ao Nordeste; escritórios promoverão Brasil
Embratur vai abrir 13 escritórios para promover o Brasil em países do exterior; hoje, não há nenhum
DE BRASÍLIA
A advogada Liane Magalhães fez as contas: ir à praia na Republica Dominicana era mais barato do que passear uma semana na Bahia. Grávida de seis meses, a economista Patrícia Correia montou um roteiro de descanso e compras em Miami, nos EUA.
Enquanto isso, a mestre em linguística Fabiana Pfluger, que mora em Constanz, na Alemanha, preteriu o Brasil, onde vive sua família, para passear na Turquia. Fator determinante: a estadia num resort, com refeições, custava a metade do preço.
Há consenso de que o Brasil é um país caro, e isso tem afetado a imagem do país.
“O custo Brasil é inviável para o turista médio internacional”, diz o professor Mario Carlos Beni, para quem os valores desencorajam até mesmo quem tem renda em euros, libras ou ienes, moedas mais valorizadas. “Não é só a passagem aérea, mas o hotel e os serviços também.”
Por causa das grandes distâncias entre as cidades brasileiras, os turistas que querem conhecer várias regiões se assustam com o custo.
Uma boa opção seria uma ação conjunta na região para oferecer pacotes incluindo vários países da América do Sul, não só o Brasil.
“Enquanto o turismo no mundo todo é intrarregional, aqui ainda é muito fraco”, reconhece Flavio Dino, presidente da Embratur.
Ele mostra uma conta: se o Brasil conseguir atrair metade dos 10 milhões de americanos que viajam pela América Latina, excetuando o México, as receitas saltariam dos US$ 774 milhões anuais para cerca de US$ 7 bilhões –metade da meta para 2020.
O Brasil também perdeu com a desaceleração dos desembarques de argentinos no Brasil. O país vizinho é a principal origem de visitantes para cá: 1,67 milhão de pessoas em 2012. Também lidera o ranking em gastos: US$ 1,38 bilhão no período.
É quase o dobro do que gastaram os EUA, segundo lugar da lista. Os 586 mil americanos desembolsaram US$ 774 milhões. No caso da Argentina, enquanto o desembarque cresceu 14% em 2011, avançou só 4% em 2012, segundo a Embratur.
E há pouco motivo para otimismo: no último mês de março, o governo vizinho elevou a 20% os encargos das compras internacionais com cartões, para limitá-las.
O presidente nacional da Associação Brasileira de Agências de Viagens, Antonio Azevedo, conta um caso curioso: grandes operadores internacionais oferecem como destino Foz do Iguaçu, um dos cartões postais do Brasil, com entrada pelo Paraguai. Argumento: o vizinho é mais econômico.
Para evitar distorções assim, a Embratur vai investir em 13 escritórios internacionais cuja missão é promover o Brasil. Serão 3 nos EUA, 2 na América do Sul, 7 na Europa e 1 no Japão.
Hoje, não há nenhum.
Após o início da atuação de Flávio Dino no comando da Embratur, o turismo internacional no Brasil bateu novo recorde histórico, segundo dados do Ministério do Turismo. Com 5,7 milhões de estrangeiros, o Brasil teve um crescimento de 4,5% em 2012 em comparação a 2011, superando em 20% o resultado mundial.
O órgão presidido por Flávio Dino é responsável pela promoção da entrada de turistas estrangeiros em todo o Brasil e tem superado as metas estabelecidas para a nova gestão. O último resultado superou a média mundial divulgada pela OMT (Organização Mundial de Turismo), que foi de 3,8%.
“Este resultado mostra que o governo da presidenta Dilma caminha na direção certa da preparação dos megaeventos, garantindo uma boa imagem do país no exterior, mesmo antes que eles aconteçam”, avalia Dino. “É isso que temos mostrado para o mundo inteiro em ações e promoções nos eventos realizados com a participação da Embratur,” disse.
O êxito nas ações de promoção turística do Brasil no exterior acontecem mesmo antes dos grandes eventos internacionais que o Brasil será sede. Neste momento, o país se prepara para receber a Jornada Mundial da Juventude (2013), Copa das Confederações (2013), Copa do Mundo (2014) e Jogos Olímpicos (2016) e as ações da Embratur preparam o turista para os megaeventos.
Gestão e resultados
As ações da Embratur surtem efeito: o Brasil obteve, este ano, um dos melhores resultados na ampliação da entrada de turistas do mundo. O aumento do fluxo de entrada de estrangeiros no país foi maior que o da França, Espanha, Itália, Turquia e México, que são importantes destinos turísticos no mundo. O resultado do Brasil foi superior à média mundial (3,8%) e aos das Américas (3,7%), América do Sul (4,2%) e países emergentes (4,1%).
“Graças ao empenho do trade turístico, do governo federal como um todo, que tem atuado na melhora de serviços, e também às inovações na promoção internacional promovidas por toda a equipe da Embratur, conseguimos um resultado que, certamente, nos coloca no rumo dos seis milhões de turistas este ano”, avalia o presidente da Embratur, Flávio Dino.
Os países da América do Sul foram os que mais contribuíram para esse resultado (2,8 milhões de turistas), 7,4% a mais que em 2011. Entre eles, a Argentina, principal emissor para o Brasil, aumentou sua participação em 4,9%. O Chile passou a ocupar a 5ª posição no ranking de países emissores, com crescimento de quase 25% em relação a 2010.
Os Estados Unidos continuam como segundo principal mercado emissor de turistas para o Brasil. A participação do continente europeu no número de turistas foi cerca de 30% do total (1,65 milhão de turistas), 1,9% a mais que no ano anterior. Entre eles, a Alemanha passou a ser o 3º país emissor, seguido de Itália e França, nas 7ª e 8ª posições, respectivamente.
O número de chegadas cresceu em todos países componentes dos BRICS. Destaque especial para a China, que passou em 2012 a integrar o grupo dos 20 maiores países emissores de turistas para o Brasil e registrou um aumento significativo com relação a 2011, cerca de 18%. O número de turistas residentes na Rússia aumentou 12,5% em 2012.
Portal Vermelho

Roseana não enviou representante para a reunião sobre divulgação do São João para turistas do mundo inteiro.
O governo Roseana Sarney não enviou nenhum representante à reunião para discutir estratégias de promoção das festas de São João durante os megaeventos que o Brasil vai sediar nos próximos anos. O encontro foi promovido pela Embratur.
Secretários de Turismo e de Cultura de oito estados e de todas as capitais do Nordeste se reuniram com Flávio Dino para discutir como divulgar as festas juninas para os turistas estrangeiros que visitarão o país já a partir deste ano, com a Copa das Confederações.
O presidente da Embratur registrou o evento pelas redes sociais e lamentou a ausência de representantes do Maranhão na reunião. “Registro a presença das secretarias municipais de cultura e turismo de São Luís. Lamentei muito a ausência do governo do Maranhão,” disse.
O São João do Maranhão é considerado uma das festas populares mais bonitas de todo o país. Por isso é de se lamentar que o governo do estado abra mão de promover a cultura do nosso estado por conta de questões meramente políticas.
Revista Exame
Montevidéu – O atentado ocorrido no final da maratona de Boston, nos Estados Unidos, obrigou o Brasil a “revisar” os planos de segurança para a Copa do Mundo de 2014, afirmou nesta quinta-feira no Uruguai o presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Flavio Dino.
O tema da segurança para o Mundial é “uma preocupação constante” do Governo e após o ocorrido em Boston, “estamos revendo” os planos e as “ações projetadas”, afirmou.
Dino liderou uma ampla delegação de autoridades do Governo e de vários estados que apresentaram nesta quinta, em Montevidéu, as “múltiplas oportunidades e atrativos” que o Brasil oferece como destino turístico.
“Recebemos visitantes de todo o mundo e como país, temos uma responsabilidade grande por sua segurança e bem-estar. Sabemos o que assumimos e estamos trabalhando duro para tudo saia bem”, acrescentou o presidente da Embratur.
Dino afirmou que o Governo “trabalha de maneira conjunta” com as autoridades dos estados e as Prefeituras.
O presidente destacou, além disso, que o projeto da Polícia Pacificadora “não somente com ações repressivas, mas também preventivas” alcançou uma baixa “considerável” nos níveis de violência, especialmente no Rio de Janeiro.
Dino aproveitou o encontro para lançar um projeto que envolve Argentina, Chile, México e Uruguai e premiará quatro pessoas com uma viagem ao Brasil para conhecer o estádio do Maracanã, sede da final da Copa do Mundo de 1950, quando o Uruguai venceu o Brasil por 2 a 1.