
Max Barros, vice-líder do governo Roseana Sarney na Assembleia Legislativa, esculhambando o PT do deputado Bira do Pindaré e do vice-governador Washington Macaxeira. Na legenda do presidente Lula há quem tenha entendido a declaração como um sinal de desprestígio. Outros consideram o ato falho como um recado para o vice Macaxeira, que anda cada vez mais insatisfeito com a dobradinha com o PMDB maranhense.
Blog Jorge Vieira
Dirigentes de partidos se mobilizam para evitar perdas para a MD (Mobilização Democrática), provável denominação da nova legenda que surgirá da fusão do PPS com o PMN, a ser formalizada na próxima quarta-feira (17).
Embora exista a preocupação com a redução das bancadas federal e estaduais, no Maranhão, os partidários da oligarquia não devem ter com o que se preocupar, uma vez que os dois representantes do PMN e um do PPS dificilmente acompanharão seus dirigentes.
Eduardo Braide e Rogério Cafeteira, os dois deputados do PMN, pelo histórico e vínculo de suas famílias com a oligarquia do Sarney, devem transferir suas filiações para legendas da base do governo.
Pelo lado do PPS, o deputado Othelino Neto vai aproveitar a janela para se ver livre da deputada Eliziane Gama, considerada hoje a principal desagregadora da oposição à oligarquia do Sarney. Outro que dificilmente permanecerá é o deputado federal Simplício Araújo, que já recorreu até ao TSE para mudar de partido sem perder o mandato.
A parlamentar, diga-se de passagem, deve ser a única integrante da bancada da nova legenda, visto que até ontem não havia nenhuma manifestação de apoio à nova sigla. Boa parte da militância do PPS também vai aproveitar a oportunidade para procurar novos caminhos. Poucos confiam na deputada e acham que ela está a serviço do empresário Fernando Sarney, que teria bancado suas despesas de campanha à prefeitura em 2012, em troca de abrir uma dissidência na oposição.
Até o momento, nenhum dos 42 parlamentares estaduais demonstraram interessa em trocar de partido. O deputado Bira do Pindaré, mesmo descontente com o PT no governo, não se manifestou sobre a possibilidade de mudar de legenda e deve permanecer petista.

Buscando se garantir na liderança estadual do novo partido da midiática Marina Silva, o deputado federal Domingos Dutra (PT) se embrenhou pelo interior do Maranhão para colher assinaturas e cooptar lideranças. Na flagrante acima, registrado na Região dos Cocais, o Futi aparece babando e cochilando ao lado dos correligionários Bira do Pindaré (PT) e Simplício Araújo (PPS).
O comunista Rubens Pereira Júnior e o petista Bira do Pindaré participam agora do jogo que pode reconduzir o Sampaio à terceira divisão do Brasileirão.
O jogo de volta contra o Mixto-MT decide a vaga para a semifinal da Série D e, consequentemente, acesso à Série C de 2013.
Críticos ferrenhos do governo Roseana, os dois deputados ligados a oposição na Assembleia Legislativa não resistiram e foram acompanhar de perto o belo trabalho feito pelo Governo do Estado no Estádio Castelão.
Bira, para disfarçar, foi acompanhado de um candidato a vereador do PT. Já o deputado imberbe fez questão de exibir no Twitter o público que lotava o Castelão.
Além dos dois deputados, o blog flagrou, até agora, uma dezena de comunistas e um assessor especial do ex-presidente Lula escondidos na multidão presente no jogo.
O estádio Castelão foi reinaugurado no dia 12 passado em comemoração aos 400 anos de São Luís.
Do IG
O diretório municipal do PT em São Luís, no Maranhão, articula o processo de expulsão do deputado estadual petista Ubirajara do Pindaré, conhecido como Bira do Pindaré, porque ele é contrário à aliança da legenda com a família Sarney para as eleições de 2012.
Em maio, o vice-governador do Estado, Washington Oliveira, venceu as prévias para a definição do candidato do PT à prefeitura da capital maranhense. Bira do Pindaré ficou em segundo. Mesmo após as convenções, Pindaré não concordou com a candidatura de Oliveira que terá o apoio do PMDB e da governadora Roseana Sarney. Pindaré afirma que aliança PT x PMDB no Maranhão fere lutas históricas do partido.
A intenção da cúpula do PT de São Luís é abrir processo de expulsão de Bira do Pindaré por infidelidade partidária principalmente após ele ter manifestado apoio à outros candidatos adversários de Oliveira na capital do Maranhão.
No último domingo, os petistas contrários ao grupo Sarney assinaram uma resolução no “Encontro Estadual da Resistência Petista”, segundo a qual eles “rechaçaram as alianças eleitorais com a oligarquia e a direita conservadora, principalmente em São Luís”. O grupo, do qual Pindaré também faz parte, disse no documento que pretende “defender a reaproximação do Partido ao campo democrático e popular, organizando-o para o próximo embate eleitoral, visando acumular força para as eleições de 2014”.
O presidente do diretório municipal do PT, Fernando Silva, afirmou que nesse momento não existe processo contra Bira do Pindaré mas admitiu a possibilidade de abertura de processo disciplinar contra o parlamentar. “A aliança PMDB x PT é nacional. E integrantes do partido que não apoiaram foram expulsos em outros estados brasileiros. Essa não seria uma exclusividade apenas do Maranhão”, disse Silva.
Figurões da política nacional e também candidatos pouco conhecidos que usaram o Twitter para divulgar suas candidaturas estão sujeitos a multa por propaganda eleitoral antecipada. Essa é a opinião de especialistas ouvidos pelo UOL sobre a decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de vetar o uso do microblog para promover seus nomes antes do dia 6 de julho. A multa prevista vai de R$ 5.000 a R$ 25 mil.
Por exemplo, José Serra, pré-candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, a deputada federal Manuela d’Ávila (PC do B-RS), que deve concorrer ao Executivo de Porto Alegre, ACM Neto, pré-candidato do DEM em Salvador, Clarrisa Garotinho (PR), anunciada como vice na chapa de Rodrigo Maia (DEM), no Rio, e Miguel Mossoró (PTC-RN), candidato à Prefeitura de Mossoró, usaram a rede social para divulgar suas candidaturas nos últimos meses.
“Hoje eu aconselharia aos políticos que não usassem a palavra ‘candidato’ em seu Twitter”, diz o advogado Hélio Silveira. Para Alberto Rollo, advogado especialista em direito eleitoral, com 48 anos de atuação, até pré-campanhas para as prévias partidárias podem ser enquadradas na decisão. “O tribunal entendeu que o Twitter funcionaria como uma ligação telefônica em que o candidato pede votos”, afirma.
Algo de muito grave motiva o vice-governador Washington Oliveira (WO) na campanha das prévias do PT: a desmoralização de uma nova derrota, a exemplo do que ocorreu em 2010, quando o PT decidiu apoiar a candidatura de Flavio Dino (PC do B) ao governo do Maranhão, rejeitando a aliança com a oligarquia Sarney.
Dessa vez WO teme perder para o deputado estadual Bira do Pindaré (PT), cada dia mais forte na conquista dos filiados para a prévia do dia 25 de março.
Para WO, a nova derrota é uma desmoralização ainda maior, visto que agora ele exerce o cargo de vice-governador, tem o apoio do DEM, do PMDB, da governadora Roseana, do presidente do Senado José Sarney e do colunista social Pergentino Holanda (PH).
Se por um lado esses apoiadores somam no poder econômico, por outro levam ao bueiro a candidatura do vice-governador. A rejeição a Sarney e ao DEM é forte na militância petista.
Uma rejeição tamanha que no jornalão da campanha às prévias o vice-governador escondeu as fotos de Roseana, Sarney e do DEM.
Na mídia da oligarquia Sarney, Washington Oliveira declarou ser “uma honra” o apoio do DEM à candidatura do PT, mas no jornal direcionado à militância petista ele esconde os aliados.
WO não tem coragem de mostrar seus patrocinadores, por vergonha, medo de derrota ou má fé mesmo.
FACTÓIDE SEM SENTIDO
Outra demonstração de descontrole do vice-governador é mais grave. Ele endossa um factóide criado pela mídia de Sarney, segundo o qual Bira do Pindaré estaria fazendo promessa de empregos na Prefeitura de São Luís aos petistas, em troca de apoio nas prévias.
O leitor pode escolher: é um delírio, uma ficção mexicana ou uma mentira deslavada.
Não há qualquer sentido em uma aproximação entre Bira (PT) e o prefeito João Castelo (PSDB), visto que o petista é o mais forte adversário do tucano na eleição de 2012. Castelo sabe que o adversário Bira é uma ameaça no segundo turno. Por que iria ajudá-lo?
Bira segue firme na campanha. É oposição a Castelo e Roseana. Vai forte para a prévia, conquistando diariamente mais apoios na militância do PT, apavorando o vice-governador.
Descontrolado, WO promete “investigar” o que não existe, num exercício rasteiro de política, típico de caudilho ou de comunista falsificado
Esse tipo de pirataria política expõe o vice-governador do Maranhão ao ridículo. Ele mostra-se descontrolado para enfrentar uma disputa ideológica e sadia nas prévias do PT, preferindo as intrigas, falsidades e mentiras que só empobrecem a política.
Na condição de vice-governador do Maranhão, postulante de um cargo importante como prefeito de São Luís, WO exibe-se descontrolado e desqualificado sequer para disputar uma prévia do PT.
SEM INTERVENÇÃO
Outro registro importante justifica as atitudes sórdidas do vice-governador. Em 2012 ele não terá a prerrogativa da intervenção no PT de São Luís. Portanto, se perder a prévia, não há como mudar o resultado.
Vai ter que suportar calado as humilhações de Roseana Sarney, tipo: “Washington, tu és um incompetente. Perdeu em 2010 e agora de novo em 2012. Não vamos mais te apoiar pra nada.”
É por isso que Oliveira joga todas as fichas sujas para tentar atingir o adversário Bira do Pindaré, com ilações absurdas e sem rumo.
Colar tucano em Bira não cola. E nem adianta inventar outra mentira. A militância do PT está vacinada.
Blog John Cutrim
Não passa de puro factoide a (dês) informação lançada por um blogueiro a serviço da oligarquia dando conta de que o deputado Bira do Pindaré, pré-candidato a prefeito de São Luís nas prévias do PT, estaria prometendo empregos na Prefeitura de São Luís a filiados petistas em troca de apoio dos mesmos ao seu nome.
Nas digitais impressas da reporcagem, coube ao vice-governador Washington Luiz Oliveira, serviçal da oligarquia Sarney e adversário de Bira nas prévias, plantar o factoide. Já ao blogueiro venal, que acaba de agregar valor à sua fulgurante carreira no ramo da PI (Picaretagem da Informação), a missiva de repercuti-lo.
O escopo da trama lançada pela oligarquia é somente um: enfraquecer Bira e ao mesmo tempo desgastar sua imagem perante os filiados do partido, dado o crescimento do seu nome nos últimos dias. Como explicaria Bira uma aliança com um tucano?
Em reunião realizada hoje (27) no hotel Holiday Inn, em São Luís, os pré-candidatos a prefeitura da capital Flávio Dino (PCdoB), Bira do Pindaré (PT), Eliziane Gama (PPS), Roberto Rocha (PSB) e Tadeu Palácio (PP), entraram em consenso e emitiram uma carta endereçada ao povo de São Luís em que oficializaram as suas pré-candidaturas e se comprometeram a trabalhar juntos por uma candidatura unificada e com condições reais de vencer o atraso representado pela governadora Roseana Sarney (PMDB) e pelo prefeito João Castelo (PSDB).
O nome escolhido para enfrentar o atual prefeito e o candidato da oligarquia [até então o vice-governador Washington Luiz] deverá ser definido até março.
O deputado federal Edivaldo Holanda Jr (PTC) não compareceu à reunião, mas enviou um representante que também subscreveu o documento.
Leia a carta na íntegra:
Ao povo de São Luís
Agora em 2012 São Luís completa 400 anos e tem uma grande oportunidade de reencontrar um caminho capaz de torná-la uma cidade de oportunidades para todos, bem cuidada, socialmente justa e desenvolvida. É o melhor presente que todos nós podemos dar à nossa querida São Luís.
É com esse compromisso que apresentamos nossos nomes à apreciação da sociedade, dos partidos políticos, dos movimentos sociais, como postulantes a uma candidatura à prefeitura de São Luís.
É hora de renovar esperanças, apresentando uma alternativa às práticas oligárquicas, à incompetência administrativa e ao festival de promessas não cumpridas, que são as marcas dessa política atrasada e patrimonialista que aí está.
Partilhamos do mesmo compromisso de apresentar à cidade um projeto de governo que garanta qualidade de vida ao povo, honestidade na gestão, prioridade às políticas sociais, educação para todos, atenção à saúde básica, prioridade para o transporte coletivo, apoio à cultura e ao esporte, transparência administrativa.
Partilhamos ainda a compreensão de que as eleições de 2012 e de 2014 são etapas da mesma luta que ocorre nos nossos 217 municípios, pela construção de um caminho novo para o Maranhão, que elimine a inaceitável contradição entre um estado rico e um povo pobre e abandonado.
Temos compromisso com São Luís e com o Maranhão. Por isso, estamos oficializando as nossas pré-candidaturas, almejando com determinação uma candidatura unificada mediante entendimento entre os partidos dos pré-candidatos. Uma candidatura que seja uma alternativa vencedora, pois as pesquisas mostram que juntos representamos mais de 50% das intenções de voto. Uma candidatura que irá superar os fracassos administrativos em São Luís e no Maranhão.
SãoLuís, 27 de janeiro de 2012
Bira do Pindaré– pré candidato do PT
Eliziane Gama –pré candidata do PPS
Flávio Dino –pré candidato do PCdoB
Roberto Rocha –pré candidato do PSB
Tadeu Palácio –pré candidato do PP
Milton Calado (representando o pré-candidato Edvaldo Holanda Júnior – PTC)
Dos 42 deputados estaduais do Maranhão, apenas 8 assinaram o pedido de criação da CPI da Propina, proposta pelo deputado Bira do Pindaré na manhã de hoje. São eles: Eliziane Gama, Rubens Júnior, Carlinhos Amorim, Tatá Milhomem, Luciano Leitoa, Neto Evangelista, Gardênia Castelo e o próprio Bira.
Os outros 34 ainda não se posicionaram sobre a grave denúncia que coloca todo o parlamento maranhense sob suspeita de corrupção.
É mais ou menos a quantidade de parlamentares que é acusada de receber os R$ 50 mil reais para votar em favor da lei que autoriza a derrubada dos babaçuais para a construção de empreendimentos imobiliários, aprovada e sancionada no mês de maio.
Será que são esses os supostos beneficiados pela propina paga pelos empresários da construção civil?!
Vale lembrar que para que a Comissão Parlamentar de Inquérito seja instalada, são necessárias assinaturas de 14 parlamentares favoráveis a sua criação, ou seja, um terço da Casa.