Geral

Rosengana

Texto extraído do Facebook de Paulo Roberto Ribeiro Rios

Rose, por que tu enganas?
Quanto tu tens de grana?
Me diz!
O mundo todo quer saber
Mulher, pra que tanto poder?
Se isso não diz nada pra ninguém
Tu não investes nenhum vintém
Muito menos resolve
Prefere se dar bem!
Oh, Rosengana!
Teu imenso patrimônio
Feito à custa das arcas desprevenidas
Dos cofres bem guardados de teu pai
E de banqueiros solícitos
Representam um escárnio
E deixa o povo todo indignado
Com tanto sarcasmo e crueldade
Ao deixar à míngua
Quem tu deverias defender!
Mas, não! Tu preferes se esconder
Em pantomimas, pão e circo
Explorando a miséria e a dor do povo
Manipulando as consciências
Transformando o real em obscuridade
Doentia visão de mundo.
Egocêntrica!
Egoísta!
Repetes a farsa e a tragédia oligárquica
Associada aos populismos de época
Não para avançar, mas
Sim para deitar teu nome
No Livro Final
No qual, tu e tua Casa haverão de perecer
Sob teus podres poderes decaídos
E assim se fará história
Expurgando toda essa escória
No horizonte, o mundo a conquistar
O grito que sai do peito aberto no combate
Anunciando a boa nova
A Grande Oligarquia foi derrotada.
Vitória! Vitória! Vitória!