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    15 de abril de 2014    |    ás: 10:59 am    |    Postado por:     |    Comente

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    PT diz que eleição no Maranhão é uma “questão humanitária”
    15 de abril de 2014    |    ás: 8:45 am    |    Postado por:     |    Comente

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    Maranhão da Gente

    O PT maranhense promoveu o ‘Encontro Estadual de Petistas em apoio a Dilma e Flávio Dino’, ato político que culminou na entrega da carta de apoio à pré-candidatura de Flávio Dino. A militância do PT maranhense oficializou o apoio à pré-candidatura de Flávio Dino (PCdoB) e pediu ajuda para resgatar a legenda no estado, que está sob o domínio do grupo oligárquico.

    Parte do diretório regional e da militância do PT que marcou presença no evento não somente confirmou apoio ao pré-candidato Flávio Dino, como definiu que o próximo pleito eleitoral no Maranhão ganhou “caráter humanitário” frente aos indicadores sociais do estado.

    Veja abaixo a íntegra da carta de apoio à pré-candidatura de Flávio Dino:

    “No momento em que a vida humana é ameaçada por uma política predatória dos grupos que governam o Maranhão; no momento em que o controle político do grupo Sarney impede que o povo maranhense usufrua dos benefícios da República e dos efeitos dos governos Lula e Dilma; no momento em que os indicadores sociais do Estado revelam o caráter concentrador e excludente do modelo de desenvolvimento regional, nós, petistas, coerentes com o programa do PT, nos reunimos em encontro estadual e declaramos apoio à candidatura de Flávio Dino ao governo do Estado do Maranhão e à reeleição de Dilma Roussef à Presidência da República.

    Tomamos essa decisão convencidos de que somente um governo estadual comprometido com as mudanças estruturais do Brasil pode ajudar a presidenta Dilma a fazer as reformas que o país precisa e o povo pede. Apenas um governo que tenha como horizonte as mudanças da política pode impulsionar um programa de desenvolvimento que altere os indicadores sociais do Estado. Para que isto aconteça, nós defendemos a construção de uma ampla aliança com todos os grupos políticos e movimentos sociais que desejam encerrar nesse momento da história do Maranhão e criar novas condições para o exercício da cidadania, dos direitos, em nosso Estado.

    Em razão dos indicadores sociais do Maranhão, a campanha de 2014 ganhou caráter humanitário. A candidatura de Flávio Dino é uma candidatura em defesa da vida e da cidadania. Por esta razão, nós defendemos um programa de governo baseado em três pilares: (a) combate a corrupção e à privatização do Estado, que transfere recursos públicos para grupos privados; (b) adoção de modelo desenvolvimento que eleve de forma sustentável os indicadores sociais, através de políticas públicas democráticas e transparentes; (c) estabelecimento de relações justas e democráticas entre Federação, Estado e Municípios e entre poderes executivo, legislativo e judiciário.”

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    Patetice do dia: Edinho Trinta forja reunião com ex-presidente Lula
    14 de abril de 2014    |    ás: 11:41 pm    |    Postado por:     |    Comente

    lobao5 Patetice do dia: Edinho Trinta forja reunião com ex presidente Lula

    Conforme antecipado mais cedo pelo Blog Marrapá, o senador Edinho Trinta (PMDB) tanto fez que conseguiu fotografar ao lado do petista Luís Inácio Lula da Silva. No entanto, fontes ligadas ao ex-presidente garantem que o encontro dos dois ocorreu em circunstâncias totalmente diferentes das divulgadas pela blogosfera da Mirante e da Difusora.

    Segundo a assessoria do Instituto Lula, a agenda marcada há semanas previa uma reunião entre o petista, Edison Lobão e técnicos do Ministério de Minas e Energia para tratar de assuntos estratégicos da pasta.

    Aproveitando-se da oportunidade única, o pré-candidato a governador do Maranhão participou do encontro a tiracolo do pai, fez as fotos que queria e saiu espalhando mentiras, como as publicadas há pouco em um dos porta-vozes da oligarquia.

    Na foto, é possível notar a cara de constrangimento de Lula diante da fanfarronice do aloprado Edinho.

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    Roberto Rocha e Simplício Araújo participam do Diálogos pelo Maranhão
    14 de abril de 2014    |    ás: 10:33 pm    |    Postado por:     |    Comente

    rocha e simplicio Roberto Rocha e Simplício Araújo participam do Diálogos pelo Maranhão As atividades do movimento Diálogos pelo Maranhão estão sendo intensificadas. Neste último fim de semana, receberam a visita dos pré-candidatos ao Senado, Roberto Rocha (PSB), e ao governo do estado, Flávio Dino (PCdoB), lideranças dos municípios de Aldeias Altas, Lagoa do Mato, Buriti Bravo, Passagem Franca além de São João dos Patos, Sucupira do Riachão e Barão de Grajaú. Ontem, Rocha e Flávio participaram da discussão com entidades ligadas a defesa dos direitos das mulheres, em São Luís.

    As discussões com as lideranças políticas dessas cidades passaram por temas como educação, segurança, políticas de inclusão social e ainda infraestrutura e agricultura familiar.

    O pré-candidato a senador, Roberto Rocha, falou da importância de ouvir os cidadão para saber quais os anseios. Após conversar com a comunidade dessas cidades, Rocha falou da necessidade de mudança para que sejam alcançados os objetivos de uma vida melhor para todos no Maranhão.

    “Vamos ter o privilégio de ajudar o nosso estado. Nosso partido é o Maranhão por isso estamos ao lado do povo caminhando incansavelmente”, disse Roberto Rocha.

    Em todas as visitas feitas, tanto Rocha quanto Flávio Dino e os demais aliados dos partidos do campo de oposição deixavam claro aos presentes que a unidade desse grupo tem um só objetivo: mudar o Maranhão.

    O deputado federal Simplício Araújo, em Sucupira do Riachão, durante seu discurso, falou aos presentes que a mudança no estado não pode ser resumida somente ao chefe do Poder Executivo. É necessário que o Maranhão tenha representantes na esfera nacional como Câmara dos Deputados e Senado.

    “Temos que ter um senador que se importe com nosso estado e que ande pelo Maranhão se inteirando sobre as demandas do nosso povo”, disse o parlamentar.

    Edinho peregrina por foto com Lula, mas esconde Roseana e Sarney
    14 de abril de 2014    |    ás: 4:45 pm    |    Postado por:     |    Comente

    edinho e roseana 300x229 Edinho peregrina por foto com Lula, mas esconde Roseana e SarneyO senador Edinho Lobão (PMDB) faz uma verdadeira peregrinação em Brasília para conseguir fotografar ao lado de Luís Inácio Lula da Silva (PT).

    De acordo com o jornal “O Estado do Maranhão”, ele se reunirá hoje com o ex-presidente, buscando se credenciar junto ao PT para a disputa pelo Palácio dos Leões.

    Visto como uma piada entre a classe política local, que ainda desconfia de sua candidatura, o filho do ministro de Minas e Energia também ensaia um distanciamento da oligarquia Sarney.

    De acordo a Folha de São Paulo, Edinho “Trinta” quer se apropriar do discurso da “mudança”, apesar de fazer parte do grupo que detém o poder político no Maranhão há quase 50 anos.

    Deve ser por isso que o “novo” candidato do clã Sarney ainda não desembarcou em São Luís para fotografar ao lado do senador José Sarney (PMDB) e da governadora Roseana Sarney (PMDB) e anunciar oficialmente a sua intenção de concorrer ao governo do Maranhão.

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    Luis Fernando prepara candidatura para deputado estadual
    14 de abril de 2014    |    ás: 2:35 pm    |    Postado por:     |    Comente

    290x412 secretario chefe da casa civil luis fernando silva 73898 Luis Fernando prepara candidatura para deputado estadualDepois de desistir da disputa pelo governo do Estado, o ex-secretário de Infraestrutura de Roseana Sarney, Luís Fernando Silva, articula o lançamento da sua candidatura a deputado estadual.

    Um movimento pró-Luis Fernando também é encabeçado pelo prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, que tem procurado prefeitos e lideranças para garantir o apoio ao “Picolé de Chuchu”.

    Luís Fernando já admite a interlocutores a pré-candidatura, afirmando que há uma pressão muito forte das bases do partido e também entre os aliados. No entanto, pode não contar nem com o seu principal reduto eleitoral: São José de Ribamar.

    Na cidade, o prefeito Gil Cutrim (PMDB) articula a candidatura do próprio irmão, Glauberth Cutrim, para a Assembleia Legislativa e, dificilmente, vai conseguir acender uma vela para dois santos.

    Já o presidente do Tribunal de Contas do Estado, Edmar Cutrim, considera a intenção de Luís Fernando uma afronta. Por isso deve cair em campo e pressionar lideranças em favor da candidatura do filho.

    Será que o picolé vai derreter de novo?

    “Nosso princípio é oferecer projeto” para o MA, diz Flávio Dino sobre alianças
    14 de abril de 2014    |    ás: 12:32 pm    |    Postado por:     |    Comente

    Líder nas pesquisas divulgadas até então e considerado favorito para a eleição de governador, Flávio Dino busca conduzir com tranquilidade o processo final de montagem de sua chapa majoritária. Diz desconhecer ameaças do PDT e PSDB, quanto à exigência da vaga de ice-governador para ter o apoio declarado.

    Flavio Dino com Dilma 450x300 “Nosso princípio é oferecer projeto” para o MA, diz Flávio Dino sobre aliançasVeja mais detalhes da entrevista concedida por Dino ao jornal O Imparcial neste domingo:

    1-     Flávio, o senhor é líder nas pesquisas e o grupo adversário no momento ainda nem possui candidato. Como não entrar no clima de “já ganhou”?

    Ninguém ganha eleição por antecipação. Encaro a liderança das pesquisas com os dois pés bem firmes no chão. Agradeço muito a confiança que a população deposita em nossa pré-candidatura. Nós vamos trabalhar muito até outubro para manter esse grande apoio à ideia de um novo ciclo político no Maranhão.

    2-     Sobre a vaga de vice-governador. PDT, PSDB e Solidariedade, qual partido irá indicar o nome? E quando será este anúncio?

    Estamos construindo esse processo, com prudência e respeito aos pleitos dos vários partidos, todos absolutamente legítimos. Acharemos uma solução democrática, assim como fizemos em relação ao Senado, com a pré-candidatura de Roberto Rocha. Diálogo é a marca da nova política que queremos fazer no Maranhão. Temos um prazo legal para isso, que são as convenções, e o tempo próprio da política, que pode amadurecer essa decisão antes disso.

    3-    O PDT e PSDB ameaçam romper, caso não sejam os escolhidos. O que será feito para mantê-los unidos em torno de sua candidatura?

    Desconheço tais “ameaças”, pelo contrário: os dirigentes desses partidos tem muita maturidade para conversarem com todos, e assim tem sido feito.  Quem está em crise no Maranhão não é o campo da oposição, que já conseguiu construir consenso em torno de dois postos importantes na chapa. Tenho confiança de que o sentido de responsabilidade de todos com o Maranhão vai prevalecer e vamos construir uma solução madura para essa disputa.

    4-     E o senhor ainda deseja o apoio do PT? Se sim, onde o senhor acomodaria esse partido?

    Desejamos o apoio de todos os partidos que queiram somar-se a esse processo cujo grande construtor é o povo do Maranhão. Isso inclui o PT, lógico, até porque suas bases sempre estiveram ao nosso lado. Mas o nosso princípio para fazer aliança não é oferecer cargos, é oferecer um projeto. A decisão do PT vir conosco depende disso, de uma opção deles em integrar esse grande partido maior que cada um de nós, o partido do Maranhão. Faço novamente o convite público para que o PT e os petistas nos ajudem nessa caminhada.

    5-      O senhor é apoiado pelo Eduardo Campos e pode receber a adesão do Aécio Neves. Mas mesmo assim ainda existe a possibilidade do senhor de pedir votos para a presidente Dilma?

    Nossa aliança tem partidos que apoiam os três presidenciáveis. Isso é absolutamente natural e não há nenhum problema. Foi com uma aliança assim, em que forças nacionais concorrentes se uniram no plano estadual, que o Acre derrotou a sua oligarquia e iniciou uma nova etapa na sua história. Queremos unir forças em nome do Maranhão, não em torno de pessoas.

    6-      Sendo eleito governador e havendo reeleição da presidente Dilma, como será a relação do estado com o governo federal?

    Qualquer que seja o próximo presidente da República, teremos uma relação de colaboração para retirar nosso Estado da situação de injustiças sociais em que se encontra. O fato de ter exercido funções de âmbito nacional, nos 3 Poderes, me permitiu ter condições de dialogar e trabalhar com quem quer que seja o próximo Presidente. Hoje, o Brasil inteiro torce pelo Maranhão, torce pela mudança, e por isso tantas forças se encontram junto conosco. A derrota do grupo dominante é uma virada de página necessária para o nosso Estado, e também um sinal de que a velha política, do clientelismo e do coronelismo, perde força no Brasil inteiro. Precisamos derrotar as perseguições e chantagens como métodos de acao politica.

    7-      Com quantos prefeitos espera contar na sua campanha para governador?

    Serão dezenas e a cada dia são mais. Nossos apoios entre as lideranças municipalistas aumentam a cada dia. Sou representante da causa municipalista, de um governo descentralizado e participativo. Porém, o mais importante não é saber com quantos eu vou contar para vencer a eleição, e sim assegurar a todos os prefeitos que, se nós vencermos o pleito, eles contarão com o apoio e o respeito do governador e do governo, independentemente de preferências partidárias. Nós queremos acabar com a prática da perseguição e da exclusão política no Maranhão, pois quando o governo do estado trata mal uma prefeitura porque ela é de oposição, como muitas vezes acontece, ele na verdade está tratando mal o povo da cidade.

    8-      O sentimento de mudança está contagiando não só a população, mas também a classe política?

    Sim, o povo quer transformações, e a força com que ele demonstra esse sentimento ajuda a que muitas lideranças políticas passem a caminhar conosco. Existem muitos maranhenses de bem que já estiveram ao lado do grupo dominante, não cabe a ninguém ser juiz da opção política dos outros. Sabemos que muitas dessas pessoas, sem que isso seja incoerente, estão amadurecendo a ideia de que 50 anos é tempo demais, que o Maranhão precisa do oxigênio da alternância do poder para avançar. E estão vendo que é possível mudar, que chegou a hora, que agora temos força pra vencer as eleições e governar esse estado. Por isso a cada momento as adesões crescem, no povo e na classe política.

    9-      O senhor fez uma campanha por eleições limpas. Por qual motivo surgiu esse pedido?

    Porque nós sabemos que o domínio do grupo político adversário, nesses quase 50 anos, também passou por práticas eleitorais condenáveis. Uso indevido de verbas do governo, eleições duvidosas, compra de votos, mentiras e agressões morais são algumas das práticas com as quais infelizmente o Maranhão tem convivido. Queremos um Maranhão de novas práticas, em que a verdade prevaleça e o debate eleitoral seja feito de forma honesta, transparente e respeitosa.

    10-   Eleito governador, qual seria sua prioridade número 1?

    Nossa prioridade é incentivar a produção no campo e nas cidades, e levar os serviços públicos essenciais a todos os maranhenses. Com isso, vamos alcançar nossa meta que é melhorar os indicadores sociais do Maranhão. Eu acredito no nosso estado, nas suas potencialidades econômicas, na capacidade de nossa gente. Podemos gerar mais riqueza e distribuir seus frutos a todos os maranhenses. Não há nada que nos condene a estar sempre nos últimos lugares em indicadores como saúde, segurança, saneamento, habitação. Eu quero colocar em marcha mudanças na área social que coloquem o Maranhão no mesmo nível dos estados líderes do Brasil.

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    “O que está faltando mesmo é motivação,” diz secretário de Roseana sobre eleições
    14 de abril de 2014    |    ás: 9:04 am    |    Postado por:     |    Comente

    vaca desconhecer bezerro 450x300 O que está faltando mesmo é motivação, diz secretário de Roseana sobre eleições

    Joaquim Haickel é, mais uma vez, o responsável por dizer boas verdades ao grupo Sarney através da imprensa. Em entrevista ao jornal O Imparcial, ele diz que falta diálogo no grupo Sarney. Diz que “não há crise, mas uma turbulência” enquanto lideranças do grupo batem cabeça e reconhece que será uma eleição difícil para o grupo Sarney. Entre outras coisas, Haickel ainda faz uma apologia ao uso de dinheiro público para promover eventos eleitoreiros.

    Foi de Joaquim a primeira declaração que prenunciaria o caos do grupo Sarney, que hoje se encontra desordenado sem a candidatura de Roseana. A falta de rumo chegou a tal ponto que até o pré-candidato que se preparou durante 4 anos para enfrentar as eleições desistiu do pleito. “Chegou a hora de vaca desconhecer bezerro”, disse Haickel dias antes da crise ficar escancarada ao público.

    O Imparcial – Existe uma crise no grupo governista neste momento?

    Joaquim Haickel - Desconhecer que há problemas seria um contra censo. Só não chamaria o que está acontecendo de crise, mas sim de turbulência, ocasionada por uma mudança brusca na direção dos ventos, na temperatura e na pressão atmosférica. Nada que seja insanável. Algo que incomoda, mas que não chega a ser ruim. O que está acontecendo são coisas que mudam o panorama para o qual estávamos nos preparando. Agora vai ter que haver um reordenamento das coisas.

    O que o senhor acha que pode ter ocasionado esse momento?

    Em minha opinião, o que consolida um grupo é a convivência, é o conhecimento do outro, o companheirismo verdadeiro. Neste intuito jogar conversa fora é a coisa mais produtiva que se pode fazer na vida. São dessas conversas que parecem improdutivas que saem as mais importantes decisões que os homens tomam em suas vidas. Sair para almoçar ou jantar, jogar bola, ir ao teatro ou ao cinema juntos. São coisa como essas que fortalecem um grupo, que o torna unido, coeso.

    Faltou também planejamento estratégico, político, eleitoral, uma coisa que a falta desse hábito e de sua boa prática acabou em nosso grupo há muito tempo, foi coisa colocada em desuso devido ao sucesso de outra forma de fazer política, que até deu muito certo por algum tempo, mas, que demostrou ter vida curta. O que se tentou na verdade foi renovar nosso grupo e a forma encontrada para fazer isso foi equivocada. Resolveram que deveriam mudar o estilo e junto com ele, praticas “obsoletas”, só se esqueceram de colocar no lugar destas, outras que fizessem suas funções, indispensáveis ao funcionamento da política.

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    Crise na Segurança: Pedrinhas tem segunda morte no mesmo fim de semana
    13 de abril de 2014    |    ás: 9:00 pm    |    Postado por:     |    Comente

    Folha

    Maior presídio do Maranhão e palco de assassinatos sanguinários de presos desde 2013, o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís (MA), registrou a segunda morte de detento neste final de semana.

    Wesley de Sousa Pereira foi encontrado morto, com sinais de enforcamento, neste domingo (13), em uma cela do presídio São Luís 1. Foi a nona morte confirmada neste ano em presídios do Maranhão -seis apenas em Pedrinhas. Desde 2013, já foram registradas 66 mortes no complexo penitenciário.

    No sábado (12), o detento João Altair Oliveira foi morto no complexo com golpes aplicados por hastes de ferro.

    De acordo com a Sejap (Secretaria da Justiça e Administração Penitenciária), as mortes serão investigadas pelas Polícias Civil e Militar, com apoio da Força Nacional.

    CRISE PRISIONAL

    O sistema prisional do Maranhão está superlotado. De acordo com dados do Ministério da Justiça, há quase dois presos por vaga disponível no Estado.

    Desde o ano passado, o complexo de Pedrinhas vive uma grande crise, que se espalhou inclusive pela capital, São Luís. Entre os 66 presos mortos no sistema prisional, houve casos de detentos esquartejados e até decapitados.

    Em janeiro, vários ataques a delegacias e ônibus foram feitos na região metropolitana. Num deles, um ônibus incendiado, a menina Ana Clara Sousa, 6, acabou morta. O governo do Maranhão diz que os ataques foram ordenados por facções criminosas de Pedrinhas.

    A crise em Pedrinhas foi denunciada à OEA (Organização dos Estados Americanos)

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    Oposição teve semana de fortalecimento e adesões
    13 de abril de 2014    |    ás: 3:01 pm    |    Postado por:     |    Comente
    DSC 0401 450x301 Oposição teve semana de fortalecimento e adesões

    Evento do PT marcou o final de semana. Militância diz “não” à aliança com o PMDB dominado pela família Sarney.

    “Nosso adversário são os problemas do Maranhão”, foi assim que Flávio Dino (PCdoB), pré-candidato ao governo do estado apoiado pelas forças de oposição ao grupo Sarney, definiu a mudança de pré-candidato da família Sarney. Na semana passada, o ex-secretário de Infraestrutura do governo Roseana Sarney desistiu da disputa e quem passou a figurar como pré-candidato do PMDB foi o suplente de senador, Edison Lobão Filho.

    A semana foi de grande alvoroço na classe política, em busca de se reposicionar com as mudanças acontecidas no seio da família Sarney. Luís Fernando e Roseana Sarney anunciaram que não seriam candidato a nenhum cargo em outubro. Com isso, o pré-candidato encontrado às vésperas das eleições pelo grupo Sarney foi o filho de Edison Lobão.

    Uma das lideranças mais procuradas para comentar o assunto foi o pré-candidato da oposição, que continua na dianteira das pesquisas de intenções de voto. Flávio Dino preferiu dar poucas declarações sobre o assunto, mas foi enfático ao afirmar que, qualquer que fosse o candidato escolhido pelo grupo Sarney, traria consigo o desgaste após 50 anos de governo do mesmo grupo.

    Em São Luís, Dino participou de encontro com militantes e dirigentes do PDT, na última quinta. Perguntado pelos repórteres presentes na cerimônia, Dino afirmou: “Não muda em nada o nosso esforço pela união em torno de nosso estado, pois os nossos verdadeiros adversários são os problemas do Maranhão”.

    Por outro lado, partidos e lideranças se reposicionam e se preparam para a disputa. Na terça-feira, PPS e PSDB liderados pelos deputados Eliziane Gama e Carlos Brandão, respectivamente, afirmaram que não há possibilidade de ambos os partidos em apoiar o PMDB e que querem a união das oposições sob candidaturas únicas ao governo e ao senado. Para tanto, colocaram como condição a rediscussão da chapa majoritária. Analistas apontam que esse seria um aceno ao apoio a Flávio Dino.

    Com a consolidação das candidaturas de Flávio Dino a governador e Roberto Rocha a senador, os partidos de oposição devem caminhar para definir os postos de vice-governador e suplentes ao senado. Além do PCdoB e PSB, já declararam apoio e acompanham Flávio Dino no movimento Diálogos pelo Maranhão o PDT, PTC, PP, PROS e SDD. Presidentes municipais e lideranças regionais de outras siglas também têm comparecido aos eventos coordenados por Flávio Dino.

    De acordo com a assessoria do PCdoB, Flávio Dino recebeu dezenas de lideranças esta semana, declarando apoio ao pré-candidato do partido. Desde que deixou a Embratur em março, Flávio Dino tem se dedicado ao trabalho como professor de Direito da Universidade Federal do Maranhão e a fortalecer sua pré-candidatura através de diálogos com partidos e grandes lideranças de todos os municípios. Hoje, o pré-candidato do partido esteve em grande ato político promovido por várias lideranças do PT – que defendem o fim da aliança com o PMDB e o apoio à candidatura de Dino.

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