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A renovação da educação

Em 2009, o governo do Estado do Maranhão lançou o edital de um concurso na área da educação para tentar sanar a falta de professores na rede estadual e para tentar melhorar a qualidade educacional, visto termos baixos índices em relação à educação.  Foram oferecidas 5320 vagas, distribuídas por todo o estado.

Dessas vagas, apenas 3346 foram ocupadas por professores nomeados através desse concurso. E para as outras vagas, foi feito ilegalmente um seletivo, já que havia excedentes, e após chamarem os seletistas, dentro das vagas, iniciou-se um novo processo: a indicação. Os diretores obtiveram autonomia total para escolher os novos professores do estabelecimento e estes assinaram um contrato com o estado. Ainda assim, persistiu o déficit de docentes e então era necessária uma nova medida: chamar os excedentes. Do concurso? Não! Do seletivo.

Mesmo havendo ainda a carência de 1974 professores, o Estado nomeou recentemente apenas 459 e por debaixo dos panos, renova contratos em que os professores são submetidos a mesma carga horária de um professor nomeado, realizando a mesma função e recebendo a metade do salário, sem contar que não possuem as mesmas vantagens de um nomeado. Os contratos favorecem o orçamento do estado, que alega falta de verba para nomear todos os excedentes, mas acompanhando os escândalos corriqueiros com a verba publica estadual, fica difícil acreditar nessa historia pra boi dormir.

Incontestados e já desacreditados no bom senso da governadora do estado para fazer as devidas nomeações, excedentes decidem mover-se juntamente com o SINPROESEMMA, para conseguir a sua justa nomeação, porque se depender da Revolução na Educação, fica-se apenas com a renovação dos contratos.

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