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Evolução do Ideb comprova mudança na educação do MA com governo Flávio Dino

Conhecido nacionalmente por possuir escolas de taipa e barro e índices alarmantes na área da educação, o Maranhão vai mudando com o governo Flávio Dino. Depois de 50 anos de inércia educacional sob o comando da oligarquia Sarney, agora o estado é referência de políticas públicas transformadoras voltadas para os futuros maranhenses.

O resultado da mudança na educação pôde ser ratificado pela divulgação do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) do Ensino Médio da rede pública maranhense, que subiu de 2,8 para 3,4 entre 2013 e 2017, de acordo com dados oficiais divulgados nesta segunda-feira (3). O aumento foi de 21% nesse período. É a maior nota da história no Maranhão.

O Ideb representa a nota que o ensino de cada Estado recebe. O responsável pelos dados é o Ministério da Educação. O índice é medido a cada dois anos. Em 2015, no primeiro ano de Governo de Flávio, o Ideb tinha aumentado de 2,8 para 3,1, revertendo a queda registrada no governo anterior.

Ou seja, a nota do Ensino Médio público do Maranhão aumentou nas duas avaliações feitas desde que Flávio Dino assumiu o governo. É a única vez em que esse índice subiu duas vezes seguidas no Estado.

Em apenas 4 anos, Flávio Dino subiu o Maranhão do 5º para o 3º lugar entre todos os Estados do Nordeste. A nível de Brasil, entre os 27 entes da Federação, o salto foi da 21ª para a 13ª colocação.

O resultado divulgado hoje pelo Ministério da Educação é a prova de que os investimentos feitos pelo governo Flávio Dino, por meio do Escola Digna, estão fazendo efeito. Com a continuidade dessas mudanças nesse alto ritmo, em breve o estado figurará entre os melhores do país.

2 Comnetários

  1. Roseana Sarney agiu com descaso na sabatina da FIEMA, uma das etapas mais importantes na campanha eleitoral, pois os candidatos são questionados pela classe empresarial, principalmente do setor industrial.
    A assessoria da candidata Roseana Sarney alegou que ela contraiu uma virose, porém, as redes sociais da ex-governadora vacilou e a apresentou em caminhada e gravando para o programa eleitoral.
    Será se essa virose se chama Síndrome das Promessas Não Realizadas?
    Com certeza, a classe industrial perguntaria sobre as promessas de implantação de indústrias têxteis em Rosário na campanha de 2002 e da indústria petrolífera em Bacabeira.
    Ambas as cidades sofreram com a ilusão de investimentos e foram apenas usadas como vitrine em campanhas.
    Com toda a certeza, seria questionada sobre novos investimentos e seria cobrada por essas promessa frustradas.

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