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Destaque

Rapidinhas da quinta-feira

Crise no clã

A crise pública dentro do clã Sarney continua. O senador Edison Lobão está sendo solenemente ignorado pelos aliados mais próximos da oligarquia. O motivo: o PRTB. O partido comandado por Márcio Coutinho, ligado a Lobão, vai com a pré-candidata Maura Jorge nas eleições. Sarneyzistas exigem que o partido feche com Roseana.

Fuga

O objetivo de Lobão é colocar o PRTB para fugir da coligação composta pelo MDB, PSD, PRP, PV e PMB. Na visão do senador, o partido de Márcio Coutinho terá mais chances de eleger representantes tanto para a Câmara Federal, quanto para a Assembleia Legislativa, se estiver coligado com o PSL de Maura Jorge.

Exigência

Em contrapartida, os nomes mais fortes da chapa de Roseana, como os deputados estaduais César Pires, Rigo Teles, Roberto Costa e até o pré-candidato Arnaldo Melo exigem que o PRTB faça parte da coligação sarneyzista. Ou o partido do pupilo de Lobão compõe o chamado chapão oligárquico, ou os deputados não apoiarão o senador em sua tentativa de reeleição.

Ciumeira

Outra fato que vem gerando discórdia entre o grupo Sarney e o PRTB é o nome do ex-deputado Carlos Filho, pré-candidato a uma vaga na Assembleia Legislativa. Protegido de Roseana, de quem é ex-genro, ele está filiado ao partido de Márcio Coutinho. A informação gerou ciumeira e ainda mais discórdia entre o clã, Lobão e a própria ex-governadora.

PR decidido

De acordo com informações divulgadas na imprensa maranhense, o PR definiu o seu futuro no Maranhão. O partido de Josimar de Maranhãozinho vai com Flávio Dino para o governo e Weverton Rocha e Sarney Filho para o Senado. Como adiantado pelo presidente estadual, a legenda não vai aderir ao projeto de Eliziane. Mas também não cedeu as pressões de José Sarney para apoiar Roseana ou Braide.

Sarney fraco

Do alto dos seus 88 anos de idade, dos quais quase totalmente dedicados a política, José Sarney começa a dar demonstrações de que já não é mais o mesmo. Depois de mandar e desmandar no Maranhão por longevos 50 anos e sempre estar ao lados dos presidentes brasileiros desde a década de 1960, o velho oligarca está sendo engolido pela renovação da política nacional. A prova disso foram as investidas em vão no DEM e no PR, para tirar os partidos de Flávio Dino e levá-los para sua filha Roseana.  Sarney já dá sinais de cansaço e fraqueza.

Recado

O deputado estadual e líder do governo na Assembleia, Rogério Cafeteira, usou as redes sociais para dar o tom de como será a formação de chapas na coligação de Flávio Dino. “Partidos que apoiarão reeleição do governador Flávio Dino e fazem parte da chapa majoritária devem, também, contemplar a (o) chapa(ão) proporcional, já que os projetos político e de governo não podem ser ‘individualistas’, sob pena de se tornarem candidaturas de si mesmo(a)!!!”. Recado dado.

Retificação

Ontem informamos que Gastão Vieira está apoiando Zé Reinaldo e, inclusive, é administrador de alguns grupos de WhatsApp em apoio ao ex-governador, que tentará uma vaga no Senado Federal. Hoje tivemos a confirmação de que o número não é do ex-ministro, mas sim de uma pessoa que está se passando por ele. Trata-se de Gomes da Popular, “grande” liderança da Região Tocantina. Ele está usando sem dó nem piedade o nome de Gastão. Isso ainda pode dar bronca. Abre o olho, popular!

Destino de Waldir

O destino do deputado federal Waldir Maranhão deve ser mesmo disputando – e apenas isso – como vice de Roberto Rocha, pré-candidato ao governo, ou pleiteando uma vaga na Assembleia Legislativa, onde vai disputar voto a voto com Wellington do Curso uma cadeira para o PSDB. Preterido por Zé Reinaldo para o Senado, e sem estrutura para disputar a Câmara, Waldir será um daqueles que sairá minúsculo das eleições de 2018. E tudo por culpa das suas inúmeras escolhas equivocadas.

Enigma

Quem é a assessora parlamentar de um figurão do alto escalão da política maranhense em Brasília que, de tanto andar com o chefe que tem fama de mau pagador e caloteiro, ficou igualzinha e tá devendo na praça? Não tem santo que faça a moça quitar a dívida. E olha que lá se vão quase quatro anos…