Publicidade  Prefeitura de São Luis

Destaque

Mesmo preso, Lula lidera no Datafolha

Istoé – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está preso na Polícia Federal de Curitiba há dois meses, mesmo assim, segue na liderança da corrida presidencial deste ano, com 30% das intenções de voto, como mostra a mais recente pesquisa Datafolha, divulgada no início da madrugada deste domingo, 10.

Sem o petista na corrida presidencial, o deputado Jair Bolsonaro (PSL) continua à frente dos concorrentes, com 19%, seguido de Marina Silva (Rede), que oscila entre 14% e 15%, Ciro Gomes (PDT), que oscila entre 10 e 11%, Geraldo Alckmin (PSDB) com 7% e Alvaro Dias (Podemos) com 4%.

Apesar da liderança, Lula vem registrando queda na preferência do eleitorado. Em janeiro, o Datafolha indicava que ele tinha 37% e na pesquisa divulgada no dia 15 de abril, 31% no cenário mais favorável entre nove pesquisados. Na atual mostra, nos cenários em que o petista fica fora do páreo, mais de 1/3 do eleitorado ainda diz que está sem opção de voto. E os dois candidatos mais cotados para a sua vaga, o ex-prefeito Fernando Haddad (SP) e o ex-governador Jaques Wagner (BA), aparecem com apenas 1% na pesquisa.

Votos nulos, brancos e ‘não sabem’, com Fernando Haddad ou Jaques Wagner no lugar de Lula nessa disputa, chegam a 33%. Sem o PT no páreo, esses votos chegam a 34%. E com Lula na disputa, os que dizem não ter candidato ficam em torno dos 21%.

Nessa mostra, Manuela D’Ávila (PCdoB) e Rodrigo Maia (DEM) oscilam entre 1% e 2%; Aldo Rebelo (SDD), Fernando Collor de Mello (PTC), Flávio Rocha (PRB), Guilherme Afif (PSD), Guilherme Boulos (PSOL), João Amoêdo (Novo), João Goulart Filho (PPL), Josué Alencar (PR) e Levy Fidelix (PRTB), oscilam entre 0% e 1%. Paulo Rabello de Castro (PSC) não alcança 1% em nenhum cenário.

O candidato do presidente Michel Temer, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles (MDB) aparece nessa mostra com apenas 1% das intenções de voto.

Rejeição

No quesito rejeição, o campeão é o ex-presidente Fernando Collor (PTC) com 39%, seguido de Lula (PT) com 36%, Bolsonaro (PSL) com 32%, Alckmin (PSDB) com 27%, Marina Silva (Rede) com 24% e Ciro Gomes (PDT) com 23%.

A mais recente pesquisa Datafolha, realizada entre os dias 6 (quarta-feira) e 7 (quinta-feira) deste mês, teve como base 2.824 entrevistas em 174 municípios em todos os Estados do País, mais Distrito Federal. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob número BR-05110/2018.

5 Comnetários

  1. Ao que parece o povo brasileiro além de ser desinformado é também tolo, se esse tal Lula voltar a ser presidente vai falir e quebrar o país de vez. Porque além de voltar com seus esquemas políticos vai fazer suas péssimas escolhas que culminaram na pior crise que o país já viveu.

  2. Pense em um povo trouxa, mesmo o cara falindo o país ainda há quem vote nele. Não tenho bandeira ou ideologias politicas, mas votar nesse partido é pedir para voltar o descontrole dos gastos públicos, a ignorância governamental, a estupidez política, os ratos de porões e etc…
    Pense em um larápio asqueroso, é esse tal de Lula.

  3. Por que Lula é líder nas pesquisas?
    Leiam e deixem os números falarem através do jornal O Globo!

    Depois de 12 anos, O Globo publica dados sobre avanços dos governos Lula e Dilma
    29/06/2014 17:08
    [Fonte: Ministério da Fazenda]

    Fonte: Ministério da Fazenda

    Num esforço para desqualificar Lula, jornal revela aos leitores 13 números que a imprensa tenta esconder

    O jornal carioca publicou, sábado (28), reportagem que reproduz afirmações do ex-presidente Lula, feitas em palestra para dirigentes das Câmaras de Comércio dos países europeus (Eurocâmaras), na última terça-feira. O texto tenta desqualificar parte dos dados que Lula apresentou sobre o desenvolvimento econômico e social do país nos últimos anos.

    Além de não alcançar seu objetivo, o jornal acabou publicando uma série de indicadores positivos sobre os doze anos de Governo Democrático Popular – que de outra forma não chegariam ao conhecimento de seus leitores. O leitor do Globo ficou conhecendo pelo menos 13 dados que confirmam os avanços do Brasil nesse período:

    1) o salário mínimo teve aumento real de 72% nesse período;

    2) o investimento público em educação passou de 4,8% para 6,4% do PIB;

    3) o Prouni levou mais de 1,5 milhão de jovens à universidade;

    4) a quantidade de brasileiros viajando de avião passou de 37 milhões por ano, para 113 milhões por ano;

    5) a produção de automóveis no país dobrou para 3,7 milhões/ano;

    6) o fluxo de comércio externo passou de US$ 107 bilhões para US$ 482 bilhões por ano;

    7) o PIB per capita saltou de US$ 2,8 mil para US$ 11,7 mil;

    8) a população com conta bancária passou de 70 milhões para 125 milhões;

    9) as reservas internacionais do país, de US$ 380 bilhões, correspondem a 18 meses de importações, o que fortalece o Brasil num mundo em crise;

    10) ao longo da crise mundial o Brasil fez superávit fiscal de 2,58% ao ano, média que nenhum país do G-20 alcançou;

    11) os financiamentos do BNDES para a empresas têm inadimplência zero;

    12) a dívida pública bruta do país, ao longo da crise, está estabilizada em torno de 57% (embora o jornal discorde desse fato)

    13) há 10 anos consecutivos a inflação está dentro das metas estabelecidas pelo governo

    O titulo da matéria é “Lula usa dados errados em palestra para empresários”. No esforço para justificar o título, O Globo encontrou dois “deslizes”, numa palestra que durou 90 minutos:

    1) em 84% dos acordos sindicais realizados nos últimos anos foram obtidos reajustes acima da inflação, e não em 94%, como disse Lula. Somando acordos que incorporam o resultado da inflação, o índice sobe para 93,2%. No tempo do governo anterior, os sindicatos abriam mão de vantagens, e até do reajuste da inflação, para evitar mais demissões.

    2) o Brasil é o terceiro maior exportador de alimentos do mundo, depois da União Europeia e EUA, de acordo com a OMC, e não o segundo, como disse Lula na palestra. O Globo lista separadamente os países da União Europeia por porto, o que faz da pequena Holanda o segundo maior exportador de alimentos do mundo. Ainda vamos chegar lá, porque nossa agricultura é a mais produtiva do mundo e o crédito agrícola passou de R$ 26 bilhões para R$ 156 bilhões em 12 anos.

    A reportagem do Globo também cometeu seus “deslizes”, mesmo tendo sido alertada com documentos oficiais apresentados por nossa assessoria:

    1) O Brasil foi, sim, o 5º maior destino de investimento externo direto (IED) no mundo em 2013, conforme disse Lula. O dado correto consta do Relatório de Investimento Mundial 2014 da UNCTAD, divulgado em junho. Este relatório corrigiu a previsão anterior do IED no Brasil em 2013, que era de US$ 63 bilhões, quando na realidade foi superior a US$ 64 bilhões. O Globo reproduziu o dado errado, que deixava o Brasil na sétima posição.

    2) O ajuste fiscal determinado pelo governo nos anos de 2003 e 2004 alcançou, sim, 4,2% do PIB, conforme Lula afirmou na palestra. Na verdade, foi de 4,3% em 2003 e 4,6% em 2004, de acordo com a metodologia adotada pelo Banco Central naquele período. O Globo adotou a metodologia atual, que exclui do cálculo o resultado das estatais, e acabou contestando uma verdade histórica.

    3) O Brasil é, sim, a segunda maior economia entre os países emergentes, depois da China, como disse Lula. O PIB brasileiro em dólares correntes, de acordo com a Base de Dados Mundiais do FMI (junho 2014), é de US$ 2,242 trilhões, superior ao da Rússia (US$ 2,118 trilhões) e ao da Índia (1,870 trilhão). O Globo prefere usar o critério de paridade por poder de compra (PPP), que ajusta os preços internos de cada país, eleva o PIB da Rússia e triplica o da Índia. Mas uma plateia de investidores, como a da Eurocâmaras, não está interessada em comparar o custo da Coca-Cola em cada país: quer saber qual economia é mais forte em moeda internacional, e isso o PPP não informa.

    4) A dívida pública bruta do Brasil está, sim, estabilizada em torno de 57% do PIB desde 2006, como afirmou Lula. O Globo tomou como base o indicador de 2010 para afirmar, equivocadamente, que “no governo Dilma a dívida bruta subiu”. O ex-presidente estava se referindo ao período da crise financeira mundial. A dívida bruta era de 56% do PIB em 2006, subiu para 63% em 2009, primeiro ano da crise, e desde então oscila em torno dos atuais 57,2%. Isso é melhor visualizado no gráfico acima.

    Todos cometem erros, como bem sabe O Globo. Apesar dos “deslizes” cometidos na reportagem de sábado, é muito importante que O Globo e outros jornais de circulação nacional passem a publicar os dados sobre os avanços sociais e econômicos do Brasil. Dessa forma, seus leitores terão acesso às informações necessárias para compreender como o e por que o Brasil mudou para melhor em 12 anos.

    Assessoria de Imprensa do Instituto Lula

  4. O povo é culpado pelo tipo de político que existe no Brasil, seja ficha suja ou criminoso e ainda sim consegue uma votação relevante. Tem hora que dá vergonha de ser brasileiro, pense em um povo que gosta de sofrer. Votar em Lula aí já é demais, lembrando que esse cidadão é um bandido encarcerado. O que precisa acontecer para pararmos de votar em bandido?

Comente

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

12 − um =

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.