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E a briga é pelo vil metal II

Está redondamente enganado quem acredita que o senador Roberto Rocha (PSDB) terá o desprendimento de abrir mão de administrar possíveis R$ 6,9 milhões em troca de apoiar a candidatura de Eduardo Braide (PMN) a governador só porque o “desafeto” Zé Reinaldo Tavares (PSDB) quer.

Se insistir em concorrer ao Palácio dos Leões, o autointitulado “Asa de Avião” poderá torrar esse montante na campanha eleitoral, com recursos provenientes dos fundos Partidário e Eleitoral estabelecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Com a chave do cofre na mão, na condição de chefe do ninho tucano no Maranhão, Roberto também terá a última palavra na hora de fatiar outros milhões de reais para financiar as candidaturas tucanas a senadores, deputados estaduais e deputados federais.

Esse é o principal motivo da briga de foice dentro do tucanato maranhense, como explicitou o secretário-geral do partido, Sebastião Madeira, na semana passada, ao ameaçar “navalhar” a candidatura de Zé Reinaldo ao Senado Federal e ainda cortar os recursos de campanha do ex-governador se ele insistir em esvaziar a pré-candidatura de Rocha em favor de Braide. 

Comantário

  1. Roberto nunca foi agregador,seu grupo político se resume a poucos gatos pingados,sempre pensou somente nele mesmo.
    Nunca será governador pois a classe política,empresarial não confia nele.
    Sairá desta eleição menor do que entrará e assim cavara sua sepultura.

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