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Movimentos sociais repudiam intolerância do secretário de governo de Imperatriz

A execução da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do seu motorista Anderson Gomes, na noite da última quarta-feira (14), repercutiu no mundo inteiro. Em Imperatriz o tema ganhou destaque após uma postagem, cheia de ódio, do secretário de governo da Prefeitura, Marlon Moura.

Marlon utilizou sua rede social pessoal para atacar Marielle e difamar a honra e a história de vida da vereadora. O secretário compartilhou a foto da vereadora duas vezes, legendada com a frase: “TRATE BANDIDOS COMO VÍTIMAS E UM DIA A VÍTIMA SERÁ VOCÊ”.

A postagem, totalmente intolerante, foi duramente criticada pelos movimentos sociais de negros e mulheres. O secretário, tentando se redimir, escreveu uma nota que foi novamente criticada pelos ativistas.

O Centro de Cultura Negra classificou o secretário como cúmplice da onda de violência e intolerância que domina o país. “Não se pode tripudiar encima da tragédia alheia, naturalizando a violência, ainda mais quando essa atitude parte de um servidor público, pago com nossos impostos… Marlon Moura de Sousa expressa toda sua desonestidade política, falta de empatia com o ser humano e desrespeito a luta que Marielle representa, sendo mulher, pobre, negra, militante social e defensora dos Direitos Humanos”.

Marielle Franco (PSOL-RJ), assassinada a tiros na noite da quarta-feira (14) no Rio de Janeiro tinha 38 anos e uma filha de 20. Seu corpo foi enterrado no Cemitério do Caju, na zona norte do Rio