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Em meio à comoção pela morte do bebê, Luciano Genésio garante folia em Pinheiro e ataca Ministério Público

Apesar da recente tragédia registrada em Pinheiro, quando um recém-nascido morreu por falta de atendimento na porta do Hospital Materno Infantil, o prefeito Luciano Genésio, ao que parece, só está preocupado com a realização da festa de carnaval.

Mesmo sob a acusação da Prefeitura de São Bento, que confirmou o repasse mensal de R$ 135 mil para custear os atendimentos no município vizinho, Luciano utilizou seu perfil em uma rede social não para explicar a tragédia em sua administração, mas sim para garantir aos foliões que a festa em Pinheiro neste ano está garantida.

Genésio ainda tratou de ironizar a medida correta, diga-se de passagem, do Ministério Público, que numa ação conjunto com o Tribunal de Contas do Estado, foi regulamentada uma Instrução Normativa que trata das festividades realizadas pelos Executivos Municipais. Prefeituras que estão com salários atrasados e endividadas não podem usar recursos públicos no carnaval. Ao pagar a folha mensal de Pinheiro, o prefeito mandou um recado aos promotores.

“O Ministério Público tem realizado investigações pelo Estado do Maranhão e embargado a realização do carnaval nos municípios que estão com salários atrasados ou em situação de emergência; na tentativa de causar alarde nos foliões que irão curtir o melhor carnaval do estado em Pinheiro”, disse.

Como o próprio Luciano garantiu, a folia acontecerá em Pinheiro, resta saber se a rede hospitalar da cidade atenderá os turistas em caso de alguma necessidade.

Comantário

  1. DA OMISSÃO DE SOCORRO MÉDICO EM PINHEIRO:
    Em Pinheiro e municípios circunjacentes, assassinatos perpetrados por policiais, com veementes indícios de execuções sumárias ou extrajudiciais, tornaram-se uma prática viciosa. O mesmo Ministério Público, o qual com tamanho furor agiu contra o médico que teria omitido socorro a um neném em fase pré-agônica, oriundo de São Bento, conforme noticiado. Nem de longe, assemelha-se à mesma Promotoria que parece ignorar as matanças covardes e cruéis, perpetradas por policiais. Para fundamentar o presidente questionamento, invoco à Constituição Federal, no seu Art. 129: São funções institucionais do Ministério Público: Inc. VII: Exercer o controle externo da atividade policial. …… E aí, por que quem omite ou prevarica, o aludido ex-officio constitucional, também não é algemado e encarcerado? Se vivemos sob um Estado Democrático de Direito, cujo norteador e o princípio universal da Isonomia, por que policiais e promotores podem transgredir, e um médico não? O crime é reserva de mercado ou exclusividade de uns poucos blindados? Ou as armas dos agentes da segurança provocam, nas autoridades ministeriais e judiciárias, um turbilhão diarreico? Porventura, tais autoridades são fototrópicas; só agem quando acionadas pelos focos das câmeras midiáticas?
    PS: Estou narrando a voz corrente do relata refero, também veiculado na imprensa. Porquanto, não venham com essa de querer me submeter ao terror de acusar matadores impuníveis frente a frente; como uma manobra suja para me fazer desistir de denunciar esses morticínios.Trata-se um DEVER
    do Parquet, MP, cujos membros recebem salários faraônicos, extraídos do suor de cada indivíduo produtivo desta nação.

    Leia mais: http://jornalpequeno.blog.br/johncutrim/mpf-investiga-cristiane-brasil-por-associacao-ao-trafico/#ixzz565NwPwvg

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