Publicidade  Prefeitura de São Luis

Geral

Advogada cobra prisão de Lúcio Genésio, foragido há mais de 10 dias

A advogada Ludmila Rosa Ribeiro da Silva utilizou as redes sociais para cobrar a prisão do seu ex-namorado, Lúcio Genésio, que agrediu covardemente. O crime aconteceu no último dia 11 em São Luís, desde então, não se tem notícias do suspeito.

No desabafo, a advogada colocou em dúvida a credibilidade da Justiça e o empenho das autoridades, diante do fato de Lúcio ser oriundo de uma família tradicional da política maranhense.

“Hoje sinto um medo que preciso compartilhar com os meus, hoje não sinto apenas o medo de morrer, sinto algo mais terrível, medo de desacreditar em algo que vivo há 10 anos, medo de não acreditar mais na Justiça. Medo de ser mais um número. Medo do meu caso ser mais uma demonstração pública de que o dinheiro e o poder falam mais alto em nosso país. Medo que as instituições em que confio, não consigam atingir sua finalidade, por qualquer que seja o motivo”.

Lúcio chegou a ser preso por policias militares no dia do crime, mas o delegado Válber Braga, horas depois do ocorrido, estipulou fiança de pouco mais de R$ 4 mil. O empresário pagou a multa e depois disso sumiu do mapa.

“Eu não aceito que a justiça falhe. Eu não aceito. Me ajudem a espalhar essa corrente de Justiça. As autoridades precisam me dar uma resposta. Obrigada. Ludmila Rosa Ribeiro da Silva” finalizou Ludmila.

Comantário

  1. Dra. LUDMILA RIBEIRO VOCE FALOU UMA COISA CERTÍSSIMA AO MENCIONAR QUE O DINHEIRO FALA MAIS ALTO, INCLUSIVE ESTE DELEGADO QUE ARBITROU FIANÇA EM CRIMINOSO REINCIDENTE, NO M´PINOMO, ESSE DELEGADO FOI AGRACIADO COM ALGUM ” FAZ ME RIR”. ESSE DELEGADO TAMBÉM DEVERIA ESTAR RESPONDENDO POR PROCESSO ADMINISTRATIVO PARA QUE O SAFADO SEJA EXPULSO DA VIDA PÚBLICA, MAIS EXISTE O CORPORATIVISMO QUE FALA MAIS ALTO. ESTOU TORCENDO PARA QUE ESSE COVARDE SEJA LOGO PRESO E LÁ DENTRO DA CADEIA ELE PEGUE UM CORRETIVO DE OUTROS PRESOS, PARA ELE SENTIR NA PELA O QUE É AGREDIR OS OUTROS, PRINCIPALMENTE A PRÓPRIA ESPOSA.

Comments are closed.