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PSB Nacional: Senador declara que Siqueira não tem menor chance perante Márcio França

Não é surpresa para ninguém a disputado interna que existe depois da morte de Eduardo Campos pelo comando nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB). A novidade é que o senador Roberto Rocha, após contrariar a orientação da sigla no Senado, trair o governador Flávio Dino e declarar em reuniões no interior do Maranhão que tem sangue tucano – em referência ao PSDB, resolveu desmoralizar ainda mais o comando do partido que o acolheu.

Questionado pelo radialista Juraci Filho, durante entrevista ao programa Roda Vida, na Rádio Educadora, sobre a situação dentro do PSB, o autointitulado Asa de Avião afirmou que está tranquilo e que não enfrenta nenhum problema porque, agora, o que se discute são as eleições estadual e federal, e quem vai ser o próximo presidente é Márcio França do PSB de São Paulo, subestimando Carlos Siqueira do PSB de Pernambuco.

Ele desdenhou do Congresso Municipal do partido em São Luís, que elegeu o deputado Bira do Pindaré para a presidência do diretório na capital. Segundo Rocha, não faz a menor diferença e “logo em breve nós vamos saber disso”, disse ao acusar o conchavo com São Paulo em golpe contra Pernambuco, este último é o estado onde o PSB foi fundado sob a liderança de Miguel Arraes.

Roberto Rocha também encheu a boca para frisar que não há uma semana que lideranças do PSDB não batam à sua porta em busca de um senador que tem destaque no Senado Federal. Lembrando que Rocha se posicionou pelo arquivamento das denúncias contra o presidente Michel Temer – pego em flagrante por crime comum, e também defendeu a aprovação das reformas trabalhista e previdenciária, propostas pelo mesmo presidente.

Nos dois momentos Roberto contrariou a orientação do partido, que optou por se distanciar do governo Temer. A postura duvidosa de Rocha não surpreende. O Maranhão inteiro lembra da rasteira do senador ao governador Flávio Dino (PCdoB), que veio em menos de um ano após conseguir se eleger “à sombra” da chapa do comunista.

À época, o Asa de Avião se distanciou do governador, acenou para o grupo Sarney e passou a execrar o Dino na tentativa patética de criar nome para disputar o governo em 2018, como se o Palácio dos Leões fosse uma herança sua deixada pelo finado ex-governador Luiz Rocha.

Comantário

  1. Cria vergonha Leonardo! Roberto não votou reforma da previdência até mesmo pq não foi pra plenário, e nem votou pelo arquivamento da denúncia de Temer, pois foi prerrogativa da Câmara dos Deputados. Matéria sem credibilidade.

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