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A falácia do sarneyzismo sobre os milhões do BNDES quase torrados por Roseana

Não passa de falácia o discurso de que a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) fez questão de deixar as contas do estado sanadas e recursos em caixa para o seu antecessor, como alguns setores da mídia sarneyzista informaram nesta segunda-feira (14). O que ocorreu foi uma ação de deputados estaduais que garantiram o bloqueio de empréstimos realizados com o BNDES no último ano de gestão da peemedebista.

Em julho de 2014, véspera da eleição daquele ano, a Justiça Federal decretou a suspensão dos atos do Fundema (Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios do Maranhão) por suspeita de irregularidades nos seus mecanismos e pela possibilidade de uso dos recursos na compra de apoio político.

O Fudema foi um projeto aprovado a “toque de caixa” pela Assembleia Legislativa do Maranhão para transferências dos valores provenientes do empréstimo junto BNDES aos municípios. A lei permitiria que contratações fossem feitas para a execução de serviços sem a fiscalização necessária.

Na época, o juiz federal Jorge Ferraz de Oliveira Júnior alegou que havia “grande possibilidade de que os R$ 4,5 bilhões resultantes de empréstimos feitos pelo Governo do Estado na gestão de Roseana Sarney (PMDB) possam ser usados com fins eleitoreiros”.

A decisão foi originada de Ação Popular movida pelos então deputados estaduais Marcelo Tavares (PSB), Rubens Pereira Júnior (PCdoB), Othelino Neto (PCdoB) e Bira do Pindaré (PSB).

Hoje, o deputado federal Rubens Júnior utilizou o Twitter para desmascarar a atual oposição e relembrar sua atuação neste caso.

“Constantemente precisamos repor a verdade. Se deixar, eles mentem descaradamente. Discurso agora é que Roseana deixou dinheiro do BNDES em caixa porque é boazinha. Mentira! Tentaram gatar tudo na campanha e não deixamos. Essa é uma das batalhas que mais me orgulho, do tempo que eu era líder da oposição na Assembleia. Porque vi, nesta gestão, o recurso sendo bem aplicado”.