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Equipe de Edivaldo avalia que saída do PSB não deve ter influência na coligação e comemora novos aliados

O prefeito de São Luís desfruta do melhor momento da sua gestão em um cenário estratégico. A seis meses das eleições municipais é nítido o crescimento e o avanço da Prefeitura de São Luís em todos os setores. Enquanto Edivaldo Holanda Júnior por enquanto trata apenas da administração municipal, por outro lado, marqueteiros ligados ao PDT já analisam o panorama político e avaliam os últimos movimentos neste jogo de xadrez que antecede as convenções partidárias.

Se antes uma coalizão em torno do nome de Edivaldo era vista com dificuldade, hoje o cenário é extremamente favorável. Isso porque além de manter o apoio dos seus principais aliados o prefeito tem conseguido atrair siglas, que até pouco tempo eram de oposição como PROS, o PEN e o PSD. No total já são 13 partidos.

O fator principal foi à manutenção da dobradinha Edivaldo-Flávio que deu certo em 2012, em 2014, e que vai se repetir em 2016. Acima de tudo, o que a equipe de Edivaldo entende é que a saída do PSB, leia-se Roberto Rocha, do grupo não representa perda política.

Para os marqueteiros, o PSB perdeu força e se isolou nos últimos tempos em função das ações de Roberto Rocha que desuniu o partido. Além disso, nomes de peso da legenda ainda estão ao lado do prefeito.  Analise é simples, Roberto Rocha não agregaria em força política e em voto na campanha, isso porque o senador se elegeu amparado pelos votos de Flávio Dino, o chamado “voto da chapa”. A equipe entende, por exemplo, que qualquer candidato a senador que estivesse com o governador se elegeria.

Além disso, a postura de Roberto Rocha é vista como desagregadora o que poderia afastar muitas pessoas próximas ao prefeito.

Assessores, jornalistas e políticos ainda não conseguiram digerir a tentativa desesperadora de Roberto Rocha de tentar emplacar o filho como candidato a prefeito de São Luís, utilizando inclusive de subterfúgios que até no meio são vistos com desprezo.

A falta de lealdade é outro fator destacado.

Em 2014 quando se formava a coligação que elegeria Flávio Dino pelo menos quatro nomes surgiram como candidatos ao Senado: O próprio Roberto Rocha, Domingos Dutra, Zé Reinaldo e João Castelo. Mesmo eleito, sabendo que poderia até sofrer retaliações posteriores, Holandinha se posicionou e foi o primeiro a defender o nome de Rocha como candidato, na verdade, Flávio Dino e Edivaldo deram de presente esse mandato à “Asa de avião’”. O pagamento foi com ingratidão.

Por todos esses motivos, a avaliação é que a saída do PSB não deve interferir na campanha e trouxe a possibilidade de atrair novos aliados que não seria possível se Roberto Rocha ainda estivesse no grupo.

3 Comnetários

  1. SÓ FALTA COMBINAR COM O POVO, QUE TÁ DIFÍCIL
    EDVALDINHO NÃO TEM UMA OBRA DE GRANDE RELEVÂNCIA E AS POUCAS QUE TEM SÃO EM PARCERIA COM DINO

  2. Esse rapaz deveria estar cuidando dos buracos da cidade e não fazendo politicalha…

  3. Farei um comentário bem curto aqui :Edvaldo , é o maior cabo eleitoral de Eliziane Gama. A cidade de São Luís, está pior do que a lua, buracos por todos os lados, até as avenidas de grandes movimentações não prestam mais pra nada. Aliados? Sim, muitos! Reeleição? Infelizmente meu nobre prefeito, uma missão quase impossível…

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