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Superintendência de Combate à Corrupção será instalada no MA

Sec.-de-segurança-Jefferson-Portela-foto-Gilson-Teixeira-003O secretário Jefferson Portella de Segurança Pública anunciou a criação da Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção, que terá como meta o combate ao desvio de recursos públicos no Estado.

A medida integra o plano de metas estabelecido pelo governador Flávio Dino para garantir o combate à corrupção e controle social das contas públicas no Estado. Também com este intuito, o governador Flávio Dino criou a Secretaria de Transparência e Controle (STC), com a missão de assistir direta e imediatamente no âmbito da defesa do patrimônio público. “O objetivo primordial será o combate à corrupção, narcotráfico e homicídio, haja vista que este tripé, de forma direta, infelizmente, é responsável por grande parte da violência”, enfatizou o secretário Portella.

Também no âmbito da transparência, o governo do Estado reestruturou o Portal da Transparência, retirando filtros colocados no sistema pelo governo passado, que impediam acesso à parte dos gastos realizados pelo Estado, além de implantar a Lei de Acesso à Informação. “Estamos cuidando da boa aplicação dos recursos públicos, garantindo que de fato as obras e serviços planejados possam ser executados com qualidade e fazendo com que o conjunto do Governo tenha um maior controle e a sociedade possa acompanhar os gastos”, afirmou o governador Flávio Dino.

Combate à corrupção e investigações

O governo do Estado priorizou a reabertura das investigações sobre a máfia da agiotagem no Maranhão. Segundo o secretário Jefferson Portela, o governador Flávio Dino exigiu a imediata retomada das investigações, para que os envolvidos fossem responsabilizados, no rigor da lei.

Paralisado desde 2013 o inquérito foi reaberto e garantirá investigações dos crimes de agiotagem. De acordo com o secretário, a Superintendência terá papel fundamental e ficará responsável pela investigação, de imediato, dos crimes de agiotagem, lavagem de dinheiro e fraude em licitações. Um das prioridades da Superintendência será o combate direto no desvio do erário. Todo este trabalho será desencadeado em parceria com o Grupo de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público Estadual.

“Não tenham dúvida que, nos próximos meses, este trabalho vai alcançar quem quer que tenha cometido atos de corrupção. A nossa missão é recambiar de volta aos cofres públicos o que foi saqueado por pessoas travestidas de gestores públicos, mas que atuavam de forma lesiva e contrária à sociedade maranhense”, pontuou Jefferson Portela.

Tal posicionamento foi ratificado pelo representante do Parquet Estadual, Marco Aurélio. “O raio apuratório desta investigação será feito caso a caso e, independente, de bandeira, cor ou partido político, alcançará quem precisa ser alcançado, não tenham dúvida disto”, frisou Marco Aurélio.

Operação Imperador

A “Operação Imperador” feita em parceria entre a Polícia Civil e o Ministério Público Estadual, resultou na prisão da ex-prefeita de Dom Pedro, Arlene Barros. O filho da ex-gestora, Eduardo Barros, conhecido como Eduardo DP, Imperador, é apontado nas investigações como o líder do grupo que agia para fraudar licitações na gestão de Arlene Barros entre os anos de 2009 e 2012, e que teria desviado algo em torno de R$ 5 milhões.

De acordo com o delegado Roberto Fortes, da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), Eduardo Barros montou, durante a gestão da mãe, dez empresas laranjas que seriam responsáveis pelo fornecimento de merenda escolar, medicamentos e aluguel de máquinas pesadas e veículos. Eduardo, assim como todos os envolvidos, teve mandado de prisão temporária, de cinco dias, expedido pela justiça.

A investigação é fruto do trabalho de combate à agiotagem, que ganhou destaque após a morte do jornalista Décio Sá, em abril de 2012, que apura a participação de prefeitos e outros agentes públicos no desvio de dinheiro público e relação com agiotas.

8 Comnetários

  1. Meu amigo, e o Bringel, vai ou não vai depor? O homem ficou rindo e ridicularizando a convocação feita com certo estardalhaço…e agora?!

  2. esse tipo de ação é que o povo do maranhão sempre esperou os governos que ja passaram pelo nosso estado. quem sabe assim nossos netos alcancem um maranhão com mais oportunidade para que aqui eles estudem e aqui mesmo poça colaborar com um estado digno de se viver.

  3. Esses ladrões roubam e depôs vem CPI , comissão disso e daquilo outro .
    Dependendo da logistica do processo ,nos contribuintes pagamos desde de lanchinhos pra esses canalhas e no final tudo acaba em pizza !
    Se não resolve nada,e melhor nem fazer porra nenhuma !

  4. Quando é que o Governo vai chamar todos os excedentes do concurso da polícia civil?
    Segurança pública não se faz somente com policiamento ostensivo (Polícia Militar), se faz também com a polícia judiciária (Policia Civil). Até agora só tem se pronunciado sobre chamamento para o TAF (teste de aptidão física) da PM, enquanto para policia civil não há essa necessidade, pois os excedentes já estão todos formados pela ACADEPL (com diploma em mãos) esperando ser nomeados. São 40 investigadores, 4 escrivães formados.

  5. Concordo contigo Fernando,ha necessidade de nomeação não só dos números citados acima,mas a abertura de mais vagas para a acadepol,pois a necessidade do estado vai alem desses 40 investigadores e 4 escrivão.
    Sem policia investigativa,a polícia ostensiva mede suas forcas com a criminalidade do estado.

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