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"O que está faltando mesmo é motivação," diz secretário de Roseana sobre eleições

vaca desconhecer bezerro

Joaquim Haickel é, mais uma vez, o responsável por dizer boas verdades ao grupo Sarney através da imprensa. Em entrevista ao jornal O Imparcial, ele diz que falta diálogo no grupo Sarney. Diz que “não há crise, mas uma turbulência” enquanto lideranças do grupo batem cabeça e reconhece que será uma eleição difícil para o grupo Sarney. Entre outras coisas, Haickel ainda faz uma apologia ao uso de dinheiro público para promover eventos eleitoreiros.

Foi de Joaquim a primeira declaração que prenunciaria o caos do grupo Sarney, que hoje se encontra desordenado sem a candidatura de Roseana. A falta de rumo chegou a tal ponto que até o pré-candidato que se preparou durante 4 anos para enfrentar as eleições desistiu do pleito. “Chegou a hora de vaca desconhecer bezerro”, disse Haickel dias antes da crise ficar escancarada ao público.

O Imparcial – Existe uma crise no grupo governista neste momento?

Joaquim Haickel – Desconhecer que há problemas seria um contra censo. Só não chamaria o que está acontecendo de crise, mas sim de turbulência, ocasionada por uma mudança brusca na direção dos ventos, na temperatura e na pressão atmosférica. Nada que seja insanável. Algo que incomoda, mas que não chega a ser ruim. O que está acontecendo são coisas que mudam o panorama para o qual estávamos nos preparando. Agora vai ter que haver um reordenamento das coisas.

O que o senhor acha que pode ter ocasionado esse momento?

Em minha opinião, o que consolida um grupo é a convivência, é o conhecimento do outro, o companheirismo verdadeiro. Neste intuito jogar conversa fora é a coisa mais produtiva que se pode fazer na vida. São dessas conversas que parecem improdutivas que saem as mais importantes decisões que os homens tomam em suas vidas. Sair para almoçar ou jantar, jogar bola, ir ao teatro ou ao cinema juntos. São coisa como essas que fortalecem um grupo, que o torna unido, coeso.

Faltou também planejamento estratégico, político, eleitoral, uma coisa que a falta desse hábito e de sua boa prática acabou em nosso grupo há muito tempo, foi coisa colocada em desuso devido ao sucesso de outra forma de fazer política, que até deu muito certo por algum tempo, mas, que demostrou ter vida curta. O que se tentou na verdade foi renovar nosso grupo e a forma encontrada para fazer isso foi equivocada. Resolveram que deveriam mudar o estilo e junto com ele, praticas “obsoletas”, só se esqueceram de colocar no lugar destas, outras que fizessem suas funções, indispensáveis ao funcionamento da política.

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