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Desequilíbrio emocional derrotou Luis Fernando Silva

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Há algumas semanas se comentava no mundo político que Luís Fernando andava cada vez mais isolado e irritado. Os atos de assinaturas das tais “ordens de serviço” estavam cada dia mais esvaziados. Não enchiam sequer uma pequena tenda. Somente um obscuro secretário de Estado sem votos, oriundo da cidade de Cantanhede, cuidava de acompanhá-lo. A gota d’água foi a desistência de Roseana em encarar a difícil disputa para o Senado. Então Luís Fernando se sentiu abandonado, partiu para destemperos verbais contra os seus chefes e selou seu destino. Trancou-se em sua mansão na praia, ficou no sol derretendo e nada mais disse.

OS TELHADOS DE VIDRO DE EDINHO LOBÃO

Com a notícia de que o candidato do grupo Sarney será o filho do poderoso Ministro das Minas e Energia, a imprensa nacional já se movimenta para enviar repórteres ao Maranhão para tratar dos muitos telhados de vidro de Edinho, do ouro de Serra Pelada até operações no setor chefiado pelo pai. Nas próximas semanas não faltará assunto para a mídia.

RICARDO MURAD ASSUMIRÁ O GOVERNO

Com a retirada de cena de Roseana e de Jorge Murad, que agora só pensam na mudança para os Estados Unidos, há um consenso nos meios políticos: quem assumirá o comando do governo será o supersecretário Ricardo Murad. O grupo acredita que com verbas e mandando na Polícia, Ricardo é o nome que resta para comandar o fim de gestão da oligarquia.

PARA OS DEPUTADOS, TEMPO DE MURICI

Depois do sururu no Palácio dos Leões, os deputados federais e estaduais do grupo Sarney já escolheram a sobremesa: suco de Murici. Vão cuidar cada qual da sua própria campanha, afinal a sabedoria popular ensina que, em tempo de murici, cada um cuida de si.

MAIS UMA CONFIRMAÇÃO: É UMA OLIGARQUIA

O grupo Sarney nunca gostou de ser chamado de “oligarquia”, um regime em que poucos dominam tudo. Mas basta ver o processo de substituição de Luís Fernando para ver como funciona uma oligarquia. Uma minoria se reúne e decide. Cabe a todos acatar o que os oligarcas decidiram. Nem mesmo o presidente da Assembléia, o experiente deputado Arnaldo Melo, foi chamado para participar das reuniões decisivas.

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