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Em caso de renúncia de Roseana, grupo Sarney deve indicar Lobão para governo

Desde ontem, o meio político dá como certa a indicação de Edison Lobão (PMDB) como candidato da oligarquia Sarney para disputar as eleições contra Flávio Dino (PCdoB) em outubro.

Grupo deve aderir à tese do patriarca.
Grupo deve aderir à tese do patriarca.

Se a tese for mesmo confirmada na tarde de hoje, ganhará a imposição de José Sarney, que desde o começo desse imbróglio de pré-candidaturas ligadas ao grupo da oligarquia defendeu a tese de indicar o velho amigo.

Mas a escolha traz consigo uma série de implicações. Em primeiro lugar, a derrota política do governo Roseana que, mesmo em franca campanha durante 4 anos não conseguiu alavancar seu preferido Luís Fernando. Em segundo lugar, como o grupo Sarney poderá falar em renovação de práticas trazendo um velho conhecido, que já foi governador, mas que quase nada resolveu no Maranhão?

Na verdade, a possibilidade de anúncio da candidatura de Lobão é a melhor forma encontrada para fortalecer a candidatura de Roseana ao Senado (caso ela renuncie, seguindo aos apelos do pai). Roseana precisará de um palanque minimamente fortalecido e um pré-candidato com credibilidade. O que Luís Fernando não conseguiu até o momento.

É uma verdadeira encruzilhada! Quem saiu no lucro, com certeza, é Edinho Lobão. Filho dileto do possível pré-candidato do grupo Sarney, conhecido por suas grandes “bocadas” dentro do governo.

O leitor não perde por esperar.

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