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Com medo da Polícia Federal, Ricardo Murad tenta tomar R$ 80 milhões de Edivaldo com dossiê falso

Blog do Klamt

O secretário de saúde da governadora Roseana Sarney tentou, com um dossiê montado, dar um golpe no prefeito Edivaldo Holanda querendo mostrar o caos nos Socorrões I e II para tomar os quase 80 milhões da verba da saúde municipal repassado pelo governo federal.

Ricardo-e-Roseana-SarneyO golpe consistia em enviar o dossiê para o conselho nacional de saúde e ao ministro da saúde, Alexandre Padilha, cobrando a intervenção na saúde de São Luís possibilitando a tomada da verba milionária para pagar a manutenção dos poucos hospitais eleitoreiros finalizados no interior. O conselho municipal e estadual não foram consultados e nem participaram oficialmente da armação.

A estratégia foi montada com a participação de alguns conselheiros municipais de saúde e de membro do ministério público estadual com polêmicas visitas as unidades municipal de saúde, todos devidamente acompanhados do jornal e TV da família Sarney. Os voluntários conselheiros e o membro do MPE foram rejeitados pela participação no golpe político.

A tentativa de envolvimento utilizando a montagem do dossiê levou o conselho nacional e o ministro da saúde, Alexandre Padilha, a discutir a forma de fiscalizar as permanentes denúncias de desvio de verbas com mais de 1,5 bilhão de contratos sem licitação, o pagamento dobrado dos 72 hospitais, o superfaturamento das UPAS, a terceirização da saúde com empresas de aliados e o não o cumprimento da retaguarda com os hospitais do estado na capital.

O secretário Ricardo Murad tem pleno conhecimento do cerco policial e judicial em andamento pela gestão temerária instalada na saúde após a sua nomeação pela governadora Roseana Sarney. Todos conhecem as artimanhas do político Murad, somente não conseguem precisar a sua maldade e ânsia de poder.

Nada está dando certo para o Ricardo Murad, pode ser que a fonte financeira continue jorrando dividendos nos seus bolsos. Missão para a equipe montada pela polícia federal e procuradores federais resolverem com algemas. Questão de tempo.