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90 dias de Edivaldo: gestão que faz a diferença

edivaldo samu

Neste Domingo de Páscoa, em que se comemora o renascimento de Jesus Cristo, São Luís ver completar o ciclo dos primeiros 90 dias do governo Edivaldo Holanda Júnior.

Açoitada por governantes sem responsabilidade, a cidade viu neste curto período de tempo ações capazes de ressuscitar na população a esperança na política como protagonista do bem coletivo.

Em apenas três meses, o prefeito Edivaldo Júnior deu nova vida ao Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). A crise aguda encontrada no dia 1º de janeiro, quando apenas duas ambulâncias estavam em condições de operar, foi superada. Agora, são 20 veículos, quatro destes entregues há poucos dias pelo prefeito.

A via crucis de milhares de maranhenses que buscam atendimento nos Socorrões I e II foi amenizada. A prefeitura implantou um sistema de retaguarda de leitos para desafogar os hospitais de urgência e emergência. Isto, apesar da traição ao povo de São Luís, digna de Judas Iscariotes, feita pelo governo do Estado, que escalou os prefeitos de Imperatriz, São José de Ribamar e Açailândia para impedir que o Ministério da Saúde liberasse R$ 18 milhões para socorrer a saúde de São Luís.

Não menos grave era o calvário da educação. Uma bomba prestes a explodir, que foi desarmada por uma espécie de milagre. O calendário escolar foi regularizado e mais de 93 mil alunos voltaram às salas de aulas. Foram recuperadas 80 escolas depredadas, restabelecida a segurança e o transporte escolar. Mudanças de diretores visam melhorar a gestão das escolas e mais 77 professores foram convocados. Foi implantado 1/3 de hora atividade para professores e as três primeiras escolas em tempo integral já estão funcionando: duas na Cidade Operária e uma na Camboa.

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